Archive for January, 2007

Ama a tua bicicleta

No site da campanha loveyourbike.org estão disponíveis imagens e videos desta iniciativa de 2006 que visou incentivar mais pessoas em Manchester a deslocar-se de bicicleta. Entre diversas informações e links úteis têm também uma secção com um mapa com informação sobre a “bike-friendliness” de alguns troços de estrada e percursos em Manchester, fornecida pelos cidadãos.

O video lançado online, com propósitos de marketing viral, também está no YouTube (atenção, tem cariz sexual levemente explícito ;-) ):

Mas a mim “ganharam-me” foi mesmo com este outdoor:

fast-fat-lane1.jpg

Simplesmente… lindo! ;-)

Teste comparativo: Strida3 vs. A-Bike

Num programa televisivo sobre “gadgets” no Reino Unido fizeram uma corrida para testar comparativamente a Strida3 e a A-Bike. Aqui está o resultado. Achei a peça muito engraçada. :-)

Posso dizer que concordei com a impressão do Jason acerca da A-Bike. Tivémos oportunidade de a ver ao vivo e experimentar na Eurobike do ano passado e achámos que aquilo, apesar de ser uma excelente peça de engenharia, não é realmente exequível como meio de transporte a sério para a maioria das situações. Será sempre melhor para pessoas mais baixas e para troços de percurso extremamente lisos. Ora em Portugal, haverá poucos sítios assim… :-( Mas o peso reduzido e o tamanho quando dobrada torna-a um “brinquedo” com as suas vantagens, sem dúvida! :-)

Quanto à Strida3, já a vimos ao vivo numa loja cá em Lisboa e démos umas voltinhas de teste. O conceito está muito fixe, é leve, simples (tem correia de kevlar em vez de corrente, por exemplo). Mas o ponto fraco notado naquele test drive foi a direcção, muito instável, tornando o equilíbrio difícil. Mas gostaria de poder experimentá-la um dia ao ar livre, com mais espaço, para poder fazer uma segunda avaliação (principalmente após ouvir as impressões da Suzi). Um colega do Bruno que tem uma Strida comentou com ele que não dá sequer para andarmos em pé nela, o que, presumo, terá a ver com esta questão da direcção.

O video seguinte mostra um pouco da história do design e desenvolvimento da Strida3, pelo seu criador, Mark Sanders. Muito interessante! :-)

Padrão europeu para os assentos de criança para bicicletas

Aqui pode ser lido (em inglês) um resumo deste padrão.

Se quisermos assegurar-nos de que os acessórios que compramos para transportar crianças em bicicletas cumprem os desejáveis requisitos de segurança e qualidade, devemos procurar saber se têm a certificação deste padrão: EN 14344.

O assento deve ter menção ao peso máximo da criança, o nome do fabricante ou da marca, o ano e mês de fabrico e o número do padrão, EN 14344. Deve ainda trazer um manual na linguagem do país onde é vendido, incluindo toda a informação necessária para a montagem e utilização do assento, e o peso máximo da criança. Deverá indicar também que ferramentas são necessárias para a montagem do assento sempre que não sejam fornecidas com este.

De notar que o nosso Código da Estrada é omisso no que concerne ao transporte de crianças em reboques acoplados a bicicletas. E não explicita nada relativamente aos sistemas de transporte de crianças:

SECÇÃO II - Transporte de passageiros e de carga

Artigo 91.º - Transporte de passageiros

1 - Nos motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores é proibido o transporte de passageiros de idade inferior a sete anos, salvo tratando-se de veículos providos de caixa rígida não destinada apenas ao transporte de carga.

2 - Os velocípedes só podem transportar o respectivo condutor, salvo se forem dotados de mais de um par de pedais capaz de accionar o veículo, caso em que o número máximo de pessoas a transportar corresponde ao número de pares de pedais.

3 - Exceptua-se do disposto no número anterior o transporte de crianças em dispositivos especialmente adaptados para o efeito, desde que utilizem capacete devidamente homologado.

4 - Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a € 300.

Artigo 92.º - Transporte de carga

1 - O transporte de carga em motociclo, triciclo, quadriciclo, ciclomotor ou velocípede só pode fazer-se em reboque ou caixa de carga.

2 - É proibido aos condutores e passageiros dos veículos referidos no número anterior transportar objectos susceptíveis de prejudicar a condução ou constituir perigo para a segurança das pessoas e das coisas ou embaraço para o trânsito.

3 - Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a € 300.

Fonte: DGV

Hora de ponta em Amsterdão

Não é lindo? :-) Talvez um dia também possamos filmar algo assim em Lisboa… ;-)

O próximo filme ajuda a perceber como isto se tornou possível:

Desníveis

Trampe, o primeiro elevador de bicicletas do mundo, em Trondheim na Noruega, já é famoso. Implementado em 1993, permite percorrer 130 metros de uma subida íngreme a 2 m/s, e pode ser usado por 5 ciclistas em simultâneo. Esta subida separa o centro da cidade do campus universitário e 50 % dos utilizadores são estudantes. 41 % dos utilizadores do Trampe disseram que esta infrastrutura os incentivou a usar mais frequentemente a bicicleta.

illustrasjon.jpg
[Fonte: apresentação da Bikepark.net na Eurobike]

No site estão disponíveis fotos, e um video oficial (em 2 opções de qualidade). Engraçado que o elevador até é usado por pessoas sem bicicleta, mas com carrinhos de bebé! :-) O video já está disponível também no YouTube:

Onde está também um outro, “amador”:

Outra alternativa para ultapassar rapida e facilmente desníveis grandes e/ou longos é um sistema tipo teleférico. Muito usado nas estâncias de neve, para transportar os seus utilizadores e respectivo equipamento, também pode ser usado para transportar pessoas com as suas bicicletas. Na foto seguinte o contexto é desportivo / de lazer, mas uma alternativa focada na mobilidade diária é uma possibilidade!

bikeparkpontonet.png

[EDIT 6/1/07: A Turistrela tem um serviço destes a funcionar no Vodafone Bike Park:

telecadeirasbikepark.png

Mas é também em contexto desportivo e de lazer.]

E quando nem sequer temos um caminho por onde pedalar, mas sim umas escadas? Também há solução! Dois exemplos simples:

Calhas - bom para pôr nos acessos das estações de comboio e metro, por exemplo, e demais passagens relevantes para uma utilização híbrida peão/ciclista:

sophiemrejen.jpg
[Fonte: Sophie Mrejen]

sophiemrejen2.jpg
[Fonte: Sophie Mrejen]

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[Fonte: BikePortland.org]

Rampas - em vez de termos que carregar as bicicletas (ou outras coisas com rodas?) às costas, podemos levá-las empurrando-as, sempre deve custar menos!

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[Fonte: Paul_the_seeker]

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[Fonte: Paul_the_seeker]

Uma coreografia em bicicleta

Fosga-seeeee! Isto é arte! :-D Envolve música, coreografia, acrobacia, e … bicicletas “fixed gear“, “fixies“, vocês sabem, sem mudanças. ;-)

É uma versão substancialmente diferente do que o pessoal do BMX faz. Mas esses costumam ser homens, neste caso são mulheres. And they RULE! :-) Não é lindo? ;-)

Um companheiro para aquelas viagens mais solitárias

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I want one of thooooose! :-D

Segundo o autor Max Chen a.k.a oilycog, acerca desta peça, o “Squirrel“: “I have to admit, it’s a chick magnet.” Eheheh!

Todos os comboios na Europa deverão transportar bicicletas

No passado dia 18 de Janeiro, o Parlamento Europeu decretou que:

… no futuro todos os comboios deverão disponibilizar uma área do comboio especialmente seleccionada para carrinhos de bebé, bicicletas e equipamento desportivo.”

O Parlamento Europeu apoiou uma emenda a uma proposta de novos regulamentos dos direitos dos passageiros de caminhos-de-ferro. Foi adoptada por uma esmagadora maioria: 529 a favor, 56 contra e 14 abstenções. A Câmara votou para extender ao tráfego doméstico de caminhos-de-ferro as propostas de direitos e deveres dos passageiros internacionais.

[Via CCN, onde está um resumo em inglês.]

O texto completo que foi aprovado, está aqui. [EDIT: Entretanto troquei os textos e links da versão inglesa para a portuguesa, via VouDeBicicleta.]

«Artigo 4º-A - Transporte de carrinhos de bebé, cadeiras de rodas, bicicletas e material de desporto:

Em todos os comboios, incluindo os comboios internacionais e os comboios de alta velocidade, os passageiros devem poder transportar carrinhos de bebé, cadeiras de rodas, bicicletas e material de desporto, eventualmente contra pagamento, num compartimento especialmente concebido para o efeito.»

Chamo ainda a atenção a um artigo sobre acessibilidade:

«(10) Os serviços ferroviários de passageiros deverão beneficiar todos os cidadãos. Consequentemente, as pessoas com mobilidade reduzida devido a deficiência, idade ou qualquer outro factor, deverão dispor de oportunidades de acesso ao transporte ferroviário comparáveis às dos restantes cidadãos. As pessoas com mobilidade reduzida têm o mesmo direito que os restantes cidadãos em matéria de liberdade de circulação, de liberdade de escolha e de não discriminação. Nomeadamente, deverá ser dada especial atenção à necessidade de facultar às pessoas com mobilidade reduzida informações relativas à acessibilidade dos serviços ferroviários, às condições de acesso do material circulante e às condições a bordo. A fim de proporcionar aos passageiros com incapacidades sensitivas toda a informação possível sobre eventuais atrasos, deverão ser eventualmente utilizados sistemas visuais e auditivos. As pessoas com mobilidade reduzida deverão poder comprar os bilhetes a bordo do comboio sem encargos acrescidos.»

Quanto tempo será que demorará isto a ser efectivo em Portugal? Li algures neste texto que há um período de 10 anos de tolerância…

Exemplo na Alemanha:

Fora:
IMGP2171.JPG

Dentro:
IMGP2170.JPGRoom for bikes, strollers and wheelchairs on the train

Em S. Francisco, EUA, foto by Earthworm:

earthworm.png

Em New Jersey, EUA, foto by Bikes On Transit:

bikesontransit.jpg

Outro meio de reparar um furo…

Este homem, na China, parece não ter uma das mãos e a outra aparentemente está atrofiada. No entanto ele consegue reparar furos em pneus de bicicleta usando os pés!

O que é que todos queremos quando somos putos?

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Foto doada por Juan Casado Fisac ao “Museo Virtual de Viejas Fotos“. Legenda: “Mi tío Memel con unos 9 años en su casa de Madrid. 1950“.

:-)

Video engraçado de promoção do uso da bicicleta no Peru

Achei divertido, nomeadamente os dois primeiros minutos (também os mais fáceis de compreender o discurso, em espanhol).

MicroBike

Este anúncio televisivo podia ter sido feito para a Mobiky! :-D Até são muito parecidas no conceito de dobragem. De acordo com a pessoa que colocou este video online:

«This is a TV commercial for a Swedish folding bicycle manufactured in the mid 90s. The purpose of this bicycle was to be used in conjunction with public transportation. The MicroBike had two speeds, folded and unfolded in 3 seconds and was very easy to handle, even when folded.»

Infelizmente parece que já não se fabricam mais. É pena, gostava de ver uma um dia. :-) Neste fórum falou-se um pouco desta bicicleta, dá para ter uma ideia da história e das características da MicroBike. Neste há algumas fotos.

Vantagens para sócios da FPCUB

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5 % de desconto nos produtos da Cenas a Pedal para os sócios da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB).

É também uma maneira de incentivar mais pessoas a associarem-se a esta ONGA que, a propósito, melhorou as vantagens oferecidas aos seus sócios a partir de 2007, por uma anuidade de 25 €.

seguros2007.jpg

Razões para o nosso apoio e para esta parceria:

A FPCUB tem as melhores condições para funcionar como um lobby da eco-mobilidade, nomeadamente para as questões que mais afectam os ciclistas (código da estrada, urbanismo, acessibilidades, etc). É uma ONGA, uma Organização Não-Governamental de Ambiente, fundada em 1986, com 25 000 sócios individuais e várias delegações espalhadas pelo país. Tem história e tem massa humana, dando-lhe relevo nacional.

Protecção do ambiente e usufruto da Natureza, luta por melhores paradigmas de mobilidade que se centrem (ou pelo menos foquem!) nos meios de locomoção simultaneamente mais eficientes, mais saudáveis, mais amigos do ambiente e mais amigos das pessoas e do meio social e urbanístico circundante, são valores e objectivos que integram a Filosofia e a Missão da Cenas a Pedal e, antes de mais, de nós próprios, Ana e Bruno, cidadãos do mundo. Como tal, uma parceria com uma Organização como a FPCUB faz todo o sentido. :-)

Aqui pode ser visto um video de uma entrevista ao presidente desta Federação, realizada durante o 3º Festival Bike Portugal, em 2006.

Principais vantagens para um “bike commuter“:

* Seguro que cobre Acidentes Pessoais e Responsabilidade Civil (ex.: cobre danos a nós próprios quando somos vítimas de alguma queda ou acidente de viação, e a terceiros caso provoquemos algum acidente, sempre que nos desloquemos de bicicleta [excepto em competição])

* Seguro contra roubo da bicicleta. Este seguro é um extra! Os interessados deverão contactar a FPCUB (+351 21 315 96 48 ou fpcubicicleta@sapo.pt, provavelmente serão atendidos pelo Hugo) para solicitar esta extensão. O valor adicional será função de cada bicicleta. [Esta informação em particular não parece estar ainda no site, mas foi fornecida pelo Hugo através da mailing-list da bicicletada.]

Cada sócio pode usufruir ainda de descontos e vantagens em lojas, restauração, hotelaria, etc. Além disto recebe um pequeno boletim trimestral, o “Pedalar“, e um calendário de actividades de Cicloturismo/Estrada e de BTT.

Alguns “bike commuters” da nossa praça

Pedro Sales, assessor parlamentar.

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[Fonte: revista Única do jornal Expresso de 27/05/2006]

Francisco Moita Flores, presidente da Câmara Municipal de Santarém.

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«Se um destes dias estiver em Santarém e encontrar o presidente da Câmara Municipal a andar de bicicleta no meio do trânsito, não se admire. Francisco Moita Flores vai a caminho do seu gabinete nos Paços do Concelho ou dirige-se sem pressas para uma cerimónia pública. (…)

O hábito das duas rodas já Moita Flores o tinha, com longos passeios em família, mas desde que se desloca todos os dias de bicicleta para o gabinete de trabalho – um percurso de 3,5 quilómetros a partir de casa, que faz em cinco minutos – a balança passou a pesar-lhe menos nove quilos. (…)»

[Fonte: jornal Correio da Manhã, edição de 06/10/2006]

Margarida Correia-Neves, cientista.

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«Quando quis arrumar a sua bicicleta na parque da Alfândega do Porto destinado aos automóveis dos participantes do Fórum Novas Fronteiras da Ciência e do Conhecimento, os funcionários da instituição torceram o nariz e julgaram, talvez, tratar-se de uma partida de 1 de Abril. Então, não é que estavam ali, nesse preciso dia, o primeiro-ministro, o ministro da Ciência mais o seu secretário de Estado, a ministra da Cultura, altas individualidades, cientistas de topo, e aquela jovem, suada da viagem, desportivamente vestida, insistia que também era convidada? (…)»

[Fonte: Ciência Hoje, notícia de 14/05/2006]

Design de capacetes para bicicleta

A recomendação (ou imposição legal nalguns sítios) do uso de capacete quando se circula de bicicleta é alvo de aceso debate. Por um lado, há a sólida evidência de que o uso de capacete pode salvar a vida ou pelo menos evitar danos graves ao ciclista em caso de queda ou colisão. Por outro, há estudos que mostram que os automobilistas assumem que um ciclista com capacete é a priori mais experiente e mais previsível, acabando por o ultrapassar ainda mais depressa e dando ainda menor distância do que se o vissem sem capacete. Também é argumentado que o próprio ciclista se sente (falsamente) mais seguro com um capacete e, por isso, pode adoptar um comportamento na estrada menos defensivo, aumentando o risco de ser envolvido num acidente. Em Portugal o uso de capacete com velocípedes não é imposto por lei. O ciclista deverá ponderar em que condições irá circular (vias segregadas ou partilhadas, em passeio, competição ou commuting, sozinho ou acompanhado, qual o estado da via e qual a afluência de tráfego - automóvel ou mesmo pedonal, etc) e optar pelo capacete sempre que seja apropriado (o que talvez seja… sempre). E já agora, se é para usar um capacete, há que colocá-lo correctamente! Sob pena de este poder fazer mais mal que bem em caso de acidente!

bicycle-helmets.jpg
[Fonte aqui]

Bom, deixando para um post posterior a questão do capacete - to use or not to use, e focando-nos agora apenas no seu design. Se já repararam, há diferentes tipos de capacetes. Eu pessoalmente não gosto daqueles com muitos “buracos” e com cores e listras muito flashy. Também não gosto da ideia de usar aqueles com “projecções” atrás e/ou à frente porque receio que se por azar cair e bater com a cabeça no chão aquilo pode magoar-me o pescoço ou então empurrar o capacete para fora da sua posição correcta. Por isso escolhi o capacete mais redondo que havia na loja na altura. É cinzento-escuro, sem desenhos, sem pála nem projecções aerodinâmicas. Resultado: a minha presença é discreta mas pareço um cogumelo. :-P Ora, o que eu queria era que este design sugerido pelo Ondrej Stanek chegasse a ver a luz de uma linha de produção!

radiovka_stanek2x.jpgradiovka_stanek1x.jpg

Tem aquele estilo boémio, muito melhor que o mushroom look. ;-)

Outra sugestão com que me deparei foi a do Alberto Villareal, embora a estética não me atraia. Parece que a inovação prende-se com o facto de este design incorporar as luzes no próprio capacete, uma vantagem óbvia em termos de visibilidade e, logo, de segurança.

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