Sempre que haja escadas rolantes e/ou elevadores, a Mobiky é o acessório de mobilidade perfeito para os transportes públicos, nomeadamente o comboio e o Metro, é só levá-la a rolar ao nosso lado, como se fosse um trolley de compras, por exemplo. Exemplo breve de uma viagem no Metro de Lisboa:
Quando só haja escadas “normais”, tem que se pegar na bicicleta pela pega própria para a transportar pelos degraus, como com todas as bicicletas, dobráveis ou não.
Com uns autocolantes, torna-se a bicicleta menos apelativa com o aspecto de ferrugem…
A eficácia é discutível, mas é uma alternativa aos outros métodos conhecidos: retirar todos os autocolantes e referências a marcas, pintá-la ou decorá-la de uma forma garrida e/ou feia, usar uma bicicleta toda podre para ninguém a querer levar, etc…
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, em Bali, o Público teve uma secção designada “Eu contribuo“, onde os leitores eram convidados a dizerem aquilo que fazem pelo Ambiente. Não parece ter havido muitos participantes, mas houve quem divulgasse a sua opção pela bicicleta como meio de transporte principal ou secundário.
Joana Marinho, uma estudante universitária de 25 anos, de Vila do Conde: «Tudo começou quando os meus pais acoplaram às bicicletas cestinhos de verga para nos levarem, a mim e aos meus irmãos, nas deslocações ao supermercado e à praia. A partir dos seis anos, eu e o meu irmão mais velho íamos para a escola de bicicleta. Este hábito perdura até hoje, ao qual se acrescentaram muitas outras medidas.»
Também Vítor Pereira, um recém-licenciado em Medicina, 28 anos, de Matosinhos, usa a bicicleta como opção de transporte: «(…) a ida para o trabalho, sempre que possível uso a bicicleta ou o transporte público.»
Abro aqui uma excepção for some celebrity gossip, bom, kinda.
O casal de actores Brad Pitt e Angelina Jolie, foi fotografado a deslocar-se de bicicleta com dois dos seus quatro filhos atrás, pelas ruas de New Orleans.
Espero que pequenos momentos destes passem a ter mais destaque nos media do que as aparições de celebridades nos media dentro de SUV’s.
O meu nome é Paulo Santos, tenho 34 anos e sou licenciado em Engenharia Civil, no ramo de Vias de Comunicação e Transportes, estando actualmente a frequentar o mestrado na mesma área. Nestes últimos 12 meses tive 3 experiências internacionais, de pesquisa e de trabalho (Holanda, Finlândia e Alemanha) que me permitiram desenvolver diversas capacidades na área das ciclovias em via urbana.
Encontro-me agora a preparar a minha tese de mestrado, tendo esta o tema “100 dias de bicicleta na cidade de Lisboa”. Pretendo com este projecto ciclar efectivamente durante 100 dias na cidade de Lisboa, com início previsto para 1 de Janeiro próximo. O grande objectivo deste trabalho é o de desmistificar a cidade de Lisboa e as bicicletas como meio de transporte diário. Diversos estudos serão realizados no âmbito deste projecto, nomeadamente o estudo pormenorizado das diversas inclinações da cidade, larguras de passeios, infraestruturas necessárias de apoio à bicicleta e ao ciclista, zonas seguras ou não seguras, criação de um guia ao ciclista na cidade, etc …
Quero acima de tudo ser mais uma voz a juntar à vossa, sensibilizando tanto a opinião pública, como os responsáveis pela gestão da cidade. O objectivo é o de criar o maior impacto possível na sociedade, sensibilizando-a para as enormes vantagens do uso da bicicleta como meio de transporte principal ou alternativo na cidade.
Russ Roca, um fotógrafo freelancer de retratos, utiliza a sua bicicleta com o kit FreeRadical para as suas deslocações diárias, transportando até 90kg de equipamento.
Vejam um pequeno vídeo sobre o seu trabalho no dia-a-dia e como a bicicleta se encaixa na sua filosofia de vida:
Porque a música faz parte de tudo o que nos rodeia, além do naturalmente rítmico pedalar surgem ideias criativas de criar ou recriar música com partes de bicicleta.
Eis um beat boxer, que faz música com a ajuda de um pedal de loop e de uma roda de bicicleta velha com um pedaço de fita de cassete colado em volta:
Música a partir de partes de bicicleta (Projecto CYCOLOGISTS de Linsey Pollak) ou instrumentos embutidos em partes da bicicleta:
Para além do dixieland pelas ruas, com a participação das escolas do concelho, este festival conta ainda, nesta parada, com a participação de inúmeras colectividades do concelho que contribuem para fazer de Cantanhede uma festa cultural – estas bicicletas, baptizadas como dixigingas, são um exemplo, tal como as tasquinhas (que em conjunto fazem o festival Tapas e Papas), a decorrer ao mesmo tempo.
Com uma rápida pesquisa online encontrei este slideshow no YouTube:
Usar capacete, ou optar por andar no passeio ou só em ciclovias, não previne acidentes.
Mas um estilo de condução perspicaz e um bom controlo da bicicleta sim. Adquira as competências que o(a) podem ajudar a evitar uma queda e/ou uma colisão com um carro.
Andar de bicicleta é uma actividade bastante segura, principalmente se souber bem o que está a fazer. Os nossos instrutores certificados podem ensinar-lhe as técnicas de que precisa.
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