P.V.P.: 8.35 € (inclui portes de envio para Portugal continental).
Não percam, é sempre uma leitura interessante, e permite-nos “lavar o olhos” da monocultura ciclística de que Portugal ainda sofre e expandir os horizontes.
Outra revista britânica (trimestral), surgiu em 2001 e celebra a cultura da bicicleta pelo mundo. É uma revista para os apaixonados pelas bicicletas e outros veículos a pedal, e para os interessados nas suas aplicações práticas, e de lazer. Para nós na CaP, é uma referência incontornável e consulta obrigatória desde que a descobrimos, e custa-nos esperar sempre 3 meses pela próxima. Desde o primeiro número que se encontram artigos interessantes e invenções curiosas, tem valido bem o investimento! Além da versão em papel, também está disponível aos assinantes em formato digital, para consulta online (com acesso gratuito a uma das edições).
Bom, chegou a hora de passarmos de apenas fãs a parceiros, tornando-nos revendedores da mesma por terras lusas. Acabámos de receber a edição n.º 36, de Dezembro de 2009, e temos assim algumas cópias disponíveis para encomenda! Cada cópia tem um P.V.P. de 8.35 €, com oferta dos portes de envio para Portugal continental. Podem aceder aqui a uma amostra, a edição n.º 32. Se quiserem assinar a revista, 4 edições anuais ficam por 28.50 €.
Contents:
Workbikes special! Richard Peace puts three two-wheel load-carriers through real-world tests. Under the spotlight are the Bullitt Clockwork, the Madsen kg271 and the Yuba Mundo, the last with an Ezee electric assist system.
Dropping in on dealers: another three reports from specialist dealers across the country: London Recumbents, Futurecycles, Bikes and Trailers. What you’ll find if you visit yourself…
Review: Villiers custom frame. It’s here at last – a lovely test bed bike frame built by Paul Villiers to our own Velo Vision design. We look back on the custom ordering process, and the end result.
Review: Catrike Dash. This medium-sized recumbent trike for teens or for the shorter rider is put through its paces by riders who appreciate its proportions…
Review: FreeParable T1 Trailer. An impressive new bike trailer from Taiwan which transforms into a smart, baggage-handler-proof suitcase.
Short reviews: Books, chains, trousers, bells, puncture fluid…
Reader bikes: Streetmachine recumbent, doing up a DIY trike…
Report: London show. A brief reports on new products at Cycle 2009.
Feature: Touring with dogs How lack of pet-sitters led a couple to tour with two dogs on board – and how they cope.
Regular features: News, Letters, and the best specialist advertising!
Fellow portuguese velovisionaries, entrem em contacto: vendas @ cenasapedal . com. E já sabem, para arranjar alguma destas velovisões que verão nestas páginas, contactem-nos, faremos o nosso melhor por vos fornecer aquilo que procuram.
Não, (ainda!… ) não me refiro a isto, nem a isto, ou a isto, isto, ou mesmo a isto, mas a isto:
No próximo dia 12 de Dezembro, entre as 15h e as 20h, estaremos na Cafetaria Doce Lima, em Porto Salvo, a expôr e demonstrar os nossos produtos, e a partilhar a nossa paixão pelas bicicletas e pelos livros sobre elas.
Esta mostra pretende ajudar a expressar a nossa vocação enquanto empresa: servir os usos utilitários e recreativos da bicicleta (e não só), promover a bicicleta como parte da cultura, e a cultura da bicicleta.
A nossa biblioteca particular de livros sobre bicicletas e temas associados cresce a uma velocidade bastante maior do que aquela a que conseguimos lê-los.
No Café Vélo disponibilizaremos para consulta livre muitos destes livros (à volta de 40), e ainda edições recentes da Carbusters, da FIXED Mag, e da Velovision (sendo que, a propósito, passaremos finalmente a funcionar como revendedores desta última a partir do próximo número):
Além destes também anda para aqui o Bicycling Science, e entretanto devem chegar também:
Será possível ainda consultar os catálogos de muitas destas marcas.
Bónus: Compras feitas durante o Café Vélo (dos artigos em exposição) beneficiarão de um desconto de 10% (mas só poderão ser levantadas às 19h30). Se forem de bicicleta poderão ainda ter assistência a montar logo as coisas na mesma. Encomendas feitas durante o evento beneficiarão de um desconto de 5%.
Claro que os produtos e marcas que podemos fornecer não se esgotam naqueles listados no nosso site, naqueles que mantemos em stock, ou mesmo naqueles que temos para demonstração e aluguer. Digam-nos o que procuram ou do que precisam que nós faremos por encontrar no nosso portfolio (e mais além!) soluções e fornecê-las.
Foi muito bom, mas o regresso ao (nosso) mundo real é inevitável. Por um lado é frustrante, por outro deu-nos mais uma injecção de energia para continuarmos a trabalhar na divulgação, educação e promoção das cenas a pedal por terras lusas, para um dia todos podermos usufruir daquilo, daquelas experiências, cultura, estilo de vida, daquele prazer.
A SPEZI teve a sua primeira edição em 1996, contando então com 1 pavilhão, 22 expositores e 1800 visitantes. A do ano passado, 2007, já teve 3 pavilhões, 90 expositores e 8000 visitantes. Aguardamos pelas estatísticas da 13ª edição, a deste ano, 2008. Este evento (dirigido ao público, não é uma feira profissional) surgiu da iniciativa da equipa da loja de bicicletas especiais Haasies Radschlag (localizada no centro de Germersheim, na Alemanha). “Rad Schlag” significa, aparentemente, algo como “pancada das bicicletas”, e adequa-se perfeitamente.
Esta feira inclui:
Três pavilhões com diversos expositores: fabricantes, importadores, lojas, associações, etc, onde podemos encontrar bicicletas e triciclos para touring, commuting, desporto ou simplesmente lazer, dobráveis e não dobráveis, reclinadas ou convencionais, acessórios, velomobiles, bicicletas e triciclos para pessoas com necessidades especiais, bicicletas para transporte de carga, tandems, informação sobre programas de férias em bicicleta, etc. Por vezes um expositor pode deixar-nos levar um veículo lá para fora para experimentarmos (eu fiz isso com umas duas bicicletas – mas presumo que a facilidade seja mais para “traders” do que para o público geral). Ex.: stand da KMX Karts, já com os novos modelos em exposição:
Uma zona de test rides (muito concorrida) no exterior, onde temos 20 minutos (de cada vez, podemos repetir, basta voltar para a fila) para experimentar o que nos apetecer de um grupo vasto de bicicletas, triciclos e tandems “especiais”. As crianças também têm uma zona para test rides só para elas.
Também no exterior havia vários expositores, uns oficiais (marcas/lojas estabelecidas), outros mais informais, de inventores que usam a feira para apresentar o seu novo produto (por vezes um protótipo) e testar as reacções. Logo ao aproximarmo-nos da entrada da feira passámos por isto:
Presumo que a vantagem seja poder levar a criança mais “protegida” e mais perto do chão (baixando o centro de gravidade), mas desconheço o conforto que aquilo poderá oferecer.
Pudémos falar com o Nicolas Abouchaar, que veio do Líbano para apresentar na SPEZI (informalmente) a sua invenção, um triciclo para crianças. A ideia era conceber um triciclo em que os miúdos não tivessem que passar a perna por cima para se montarem nele. Outras vantagens rapidamente descobertas foram o potencial publicitário e o “dar boleias”.
Ele prevê ter o triciclo em produção no Verão deste ano, e está à procura de parceiros comerciais, pelo que contactos são bem-vindos (phoenus @ gmx . de).
Esta zona exterior está cheia de bicicletas estacionadas por todo o lado, pertencentes aos visitantes e a alguns dos expositores. Por exemplo, vimos uma Mobiky lá que fiquei a saber que pertence ao dono da ManyBells.
Também vi este veículo que parece um mix de máquina de step e nordic walking móvel…
Esta área central de livre-acesso é ponto de encontro de interessados e entusiastas que se deslocam à feira com os seus veículos para partilhar experiências, conviver com pessoas com os mesmos interesses and spread the love. . Dá para fazermos test rides de muitas cenas a pedal. Vêem-se coisas mais clássicas no meio de outras mais sofisticadas, como esta Penny Farthing rodeada de velomobiles:
O Bruno chegou a experimentar um velomobile, embora não exactamente aquele que ele quer para ele. [Vídeo por editar.]
No domingo ao início da tarde houve a tradicional corrida de trikes.
Depois o espaço foi ocupado com insufláveis e trampolins para entretenimento dos mais pequenos.
Também houve conferências, mas nós focámo-nos em ver e experimentar o máximo de veículos, e deixar o blá blá blá para segundo plano; há que definir prioridades, after all.
Após a corrida de trikes o Bruno pôde experimentar o KMX Typhoon e o Cobra, ambos equipados com um kit de assistência eléctrica BionX. It took his recumbent grin to a whole new level.
O Peter Eland, da revista Velovision, também deu uma voltinha, e terminou testando o power do Cobra a subir e descer uns degraus. Aquilo é um camião, pá.
Em Portugal não há revistas, e-zines ou outras publicações especializadas naquilo que a Cenas a Pedalis all about: bicicletas e outras “cenas a pedal” utilitárias, a cultura da bicicleta como um meio de transporte, um objecto de lazer, um estilo de vida.
Portugal tem duas revistas sobre bicicletas: a BIKE Magazine (mensal), focada essencialmente no BTT, e a ONBIKE (bimestral), mais virada para o Freeride. Chegou a haver algumas edições de uma revista online, a Revista Pedal, mas agora optaram exclusivamente pelo formato “site”, pelo que não se pode considerar uma “revista”. O focus é também o desporto.
Mas lá fora já há publicações que acompanham e reflectem a tendência mundial da cultura da bicicleta como um objecto prático, além vertente desportiva, algumas há alguns anos, outras nascidas muito recentemente. Aqui ficam alguns exemplos do mundo anglo-saxónico:
Surgiu em 1993 com o nome “Folder“, tendo adoptado este em 1997. É uma revista britânica (bimensal), especializada em bicicletas eléctricas, bicicletas dobráveis, comboios e transportes alternativos. Leva a cabo reviews de equipamento muito detalhadas, e é esse o seu ponto forte. Também acho interessante, mas é muito mais técnica que a Velovision (ver mais abaixo), e custa-me muito mais a ler. É uma revista “a sério”, publicada em papel, mas também está disponível aos assinantes em versão digital acessível online (tem edição de acesso gratuito, para experimentar).
Outra revista britânica (trimestral), surgiu em 2001 e celebra a cultura da bicicleta pelo mundo. É uma revista para os apaixonados pelas bicicletas e outros veículos a pedal, e para os interessados nas suas aplicações práticas, e de lazer. Para nós na CaP, é uma referência incontornável e consulta obrigatória desde que a descobrimos, e custa-nos esperar sempre 3 meses pela próxima. Desde o primeiro número que se encontram artigos interessantes e invenções curiosas, tem valido bem o investimento! Além da versão em papel, também está disponível aos assinantes em formato digital, para consulta online (com acesso gratuito a uma das edições).
Esta revista (bimensal) é feita no Canadá e foi fundada em 2002. Em termos de grafismo, de organização, alcance e temas abordados, é a mais parecida com a Velovision. Apresenta-se como uma revista «que reflecte a vida das pessoas que usam a bicicleta, oferecendo aos ciclistas urbanos a inspiração, a informação e os recursos para os ajudar a desfrutar totalmente da sua experiência de uso da bicicleta e pondo-os em contacto com as suas comunidades locais e globais de ciclistas». A revista é distribuída e vendida em formato papel, mas uma versão em formato digital acessível online é disponibilizada gratuitamente. É uma publicação muito boa.
CityCycling No matter what you ride, as long as you do…
Uma nova publicação (bimensal), lançada em 2007, vinda dos EUA. Define-se como um «reflexo da cultura ciclística nas cidades de hoje». Tem artigos mais políticos e de advocacy, dicas técnicas e práticas, e foca muito as diferentes sub-culturas da cycling scene. Os mensageiros, os aficcionados das fixed gear, etc. Tenho gostado de ler, e até já contribuí para a secção “I love riding in the city“! A versão em papel é paga, mas uma versão digital (em html ou pdf) é disponibilizada gratuitamente no site.
Outra publicação recente (trimestral), lançada em 2007, nos EUA. É um jornal «para pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte, informando e inspirando a fazer a diferença». É distribuído em versão papel e em versão digital, em pdf, gratuitamente.
UPDATE: Também há a Cranked, de que me esqueci porque nunca li nenhuma (no site há um ou dois artigos disponíveis em pdf para download livre).
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Desconheço se há alguma revista do género e âmbito destas que acabei de listar no Brasil, por exemplo, mas penso que não. O mesmo digo de Espanha. Talvez daqui a uns anitos haja massa crítica suficiente no mundo lusófono para se poder fazer uma. Entre portugueses e brasileiros, pelo menos, há de dar para alguma joint venture literária “sobre rodas”!
Thanks to Peter Eland for alowing us to upload this review and for providing us the neat pdf file of it.
P.S.: Em Portugal, os interessados nesta bicicleta podem saber mais sobre ela, em português, aqui. A Cenas a Pedal importa e vende estas pequenas maravilhas.
Usar capacete, ou optar por andar no passeio ou só em ciclovias, não previne acidentes.
Mas um estilo de condução perspicaz e um bom controlo da bicicleta sim. Adquira as competências que o(a) podem ajudar a evitar uma queda e/ou uma colisão com um carro.
Andar de bicicleta é uma actividade bastante segura, principalmente se souber bem o que está a fazer. Os nossos instrutores certificados podem ensinar-lhe as técnicas de que precisa.
Veja mais informação sobre os nossos cursos - para principiantes, iniciados e mesmo ciclistas mais experientes, nesta página.
ABC da bicicleta
Para quem quer aprender a andar de bicicleta (crianças e adultos de todas as idades).
Clínica de bicicleta
Para quem já sabe andar mas quer ganhar mais confiança em cima da bicicleta.
Ir & vir de bicicleta
Para quem pretende usar a bicicleta como meio de transporte lúdico ou utilitário.
Classificados
T-shirts para gente com pedalada!
Compre já a sua! Vários desenhos e cores. Saiba mais aqui
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