Porque a música faz parte de tudo o que nos rodeia, além do naturalmente rítmico pedalar surgem ideias criativas de criar ou recriar música com partes de bicicleta.
Eis um beat boxer, que faz música com a ajuda de um pedal de loop e de uma roda de bicicleta velha com um pedaço de fita de cassete colado em volta:
Música a partir de partes de bicicleta (Projecto CYCOLOGISTS de Linsey Pollak) ou instrumentos embutidos em partes da bicicleta:
Para além do dixieland pelas ruas, com a participação das escolas do concelho, este festival conta ainda, nesta parada, com a participação de inúmeras colectividades do concelho que contribuem para fazer de Cantanhede uma festa cultural - estas bicicletas, baptizadas como dixigingas, são um exemplo, tal como as tasquinhas (que em conjunto fazem o festival Tapas e Papas), a decorrer ao mesmo tempo.
Com uma rápida pesquisa online encontrei este slideshow no YouTube:
Esta bicicleta foi um dos trabalhos que passaram à segunda fase do concurso nacional Innovar 2007, na Argentina. Este concurso é aberto a toda a gente, desde designers a empreendedores e procura descobrir novos produtos de origem nacional e estabelecer parcerias entre os criadores e empresas que os produzam.
A bicicleta RAD é um projecto de Jimena Gonzalez, designer industrial no estúdio Uno mas Uno e ciclista. A bicicleta não foi pensada para ser pequena, mas para ser leve e urbana: fácil de dobrar/arrumar e sem partes “sujas” (correntes,…) expostas. O resultado é uma bicicleta que se dobra e guarda ao alto, mantendo um aspecto apelativo. Pessoalmente, acho que é uma boa ideia para questões de espaço em casa ou no trabalho, não me parece prática para usar nos transportes públicos, pois fica muito volumosa.
Este é um protótipo, mas a autora quer fazê-lo funcionar, pelo que os interessados são convidados a contactá-la.
O estilista italiano Giorgio Armani apresentou no Verão de 2005, em Milão, a sua colecção de roupa de homem para a primavera de 2006, tendo terminado o desfile com os manequins a fazerem uma volta de bicicleta no palco, ao som de “Bicycle Race”, dos Queen. Mas não eram bicicletas “normais”, eram “Armani”, umas híbridas de look desportivo, pretas, feitas pela Bianchi, e tinham até um suporte para iPod. Previa-se estarem disponíveis nas lojas Armani no final de 2005.
Era bom ver mais disto, a bicicleta associada a símbolos de beleza, status económico e social, mais frequentemente, pois penso que isso aceleraria a adopção desse lifestyle pela população geral.
Pessoalmente, é bom variar e ver tipos giros associados a bicicletas caras em vez de associados a carros caros. É mais sexy.
O criador é Ron de Jong e está à procura de uma empresa que produza isto comercialmente. A bicicleta chama-se Switchbike e pode ser utilizada como uma bicicleta normal de cidade (”upright“) ou como uma lowrider. Para mudar de “modo” basta rodar o punho esquerdo no guiador. Muito, muito fixe!
Tem suspensão no garfo e no quadro, travões de disco com um “imobilizador” integrado (como nos carros), um suporte para bagagem que permanece na horizontal quando a bicicleta está dobrada, permitindo manter lá as compras, por exemplo (cool feature). Totalmente dobrada, fica um volume de 80 x 80 x 28 (cm). O mecanismo de dobragem também aparenta ser simples e rápido. Faz lembrar a Mobiky, embora não dê para usar como um trolley e conduzir como esta, pelo que consegui perceber. É uma bicicleta com bom aspecto e de design inteligente. Tenho curiosidade em saber o preço, mas não deve destoar do resto dos produtos da marca. Quem sabe não será esta a maneira de pôr mais gente a andar de bicicleta no dia-a-dia, oferecer a alternativa de o fazer com o mesmo nível de status económico? Por mim, desde que isso sirva para tirar gente de dentro do carro, I’m all for it!
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