Além do site, descobri que a BikeMagazine também publicou uma notícia sobre o nosso Curso de Condução de Bicicleta na edição de Agosto da revista.
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Na tarde do dia 2 de Agosto estivemos por Oeiras (Santo Amaro de Oeiras, a zona da Biblioteca Municipal, o Jardim da Quinta dos 7 Castelos…, um percurso que faço com alguma regularidade), a gravar uma reportagem sobre o nosso Curso de Condução de Bicicleta para um programa da RTP2 que irá para o ar lá para Outubro. O que nos pediram foi alguém a circular de bicicleta demonstrando algumas situações de condução (eu), outra pessoa noutra bicicleta que pudesse levar o cameraman a reboque (o Bruno na sua Xtracycle equipada com um par de Footsies e um guiador de apoio) e uma bicicleta adicional para a jornalista (que levámos também com a Xtracycle). A ideia original de ir filmando em movimento, à boleia do Bruno, não foi aplicada porque havia muito movimento e tornaria a situação perigosa, mas fez-se alguma B footage assim.
A reportagem em si correu razoavelmente bem, embora tanto eu como o Bruno tenhamos sentido que falámos muito depressa e que por vezes nos perdíamos um bocado na linha de raciocínio. É um bocado stressante ter uma câmara a olhar para nós e a gravar tudo enquanto nos fazem perguntas que não conhecemos previamente.
As situações de trânsito também nem sempre resultaram como gostaríamos (em termos de ilustrar situações ou conceitos), por diversos motivos relacionados com o desenho da estrada, com o volume de tráfego na altura e com alguns comportamentos menos habituais de motoristas.
Resta esperar para ver o resultado, que deverá ser espremido, cortado e concentrado numa peça de até 8 min. É um trabalho ingrato, jornalista e cameraman filmarem e trabalharem ali uma ou duas horas para depois o resultado que sai cá para fora para as pessoas verem ser tão curtinho. É mesmo um trabalho essencialmente de bastidores.
Começa amanhã a 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente em Olhão, e nós estaremos lá!
A Feira decorre entre 24 e 27 de Julho mas atenção!, nós estaremos presentes apenas entre 24 e 26, por motivos de força maior teremos que regressar mais cedo a Lisboa, pelo que já não nos encontrarão lá no dia 27!
Era giro se fosse por isto que temos que regressar antecipadamente: no domingo dia 27 há o V Encontro Nacional de Bicicletas Antigas da Burinhosa! O programa já está disponível aqui.
Ah, e antes disso, na 6ª-feira há Massa Crítica!!
Está tudo na nossa agenda. ![]()
Soube deste site - MyGuide, durante um evento qualquer sobre empreendedorismo em que participei há uns tempos atrás. E agora, na semana passada, fui contactada por eles pois queriam incluir o nosso Curso de Condução de Bicicleta no guia. Giro, não é?
E ora aí está:
E até nos incluíram na sua newsletter! Very cool!
Pois é, um artigo sobre o nosso Curso de Condução de Bicicleta (não pensaram que era o Centro Cultural de Belém, pois não?
) esteve durante uns dias em destaque no site da revista nacional BikeMagazine.
[Agora já há outra notícia mais recente em destaque, sobre os sapatos MBT (Masai Barefoot Technology) que, a propósito, são mesmo muito confortáveis e podem ser adquiridos em Portugal através da "*Coisas da Rita" (tem um ponto de venda em Lisboa). Eu sei porque cheguei a ir lá experimentar esta invenção tecnológica no ano passado (hmmm, ou terá sido já em 2006?...).
Não cheguei a comprar na altura mas fiquei bem impressionada...]
De 24 a 27 de Julho (de 5ª-feira a domingo da próxima semana) decorrerá em Olhão a 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, e a Cenas a Pedal estará presente, tal como em 2007. Este ano, além do stand com as Mobikys, a Xtracycle, os karts KMX, as zwei e a AirZound, teremos test rides de karts KMX (um K e um ST) - diariamente das 21h30 às 22h30, e workshops para aprender a andar de bicicleta - diariamente das 18h às 20h30.
A Cenas a Pedal estabeleceu recentemente uma parceria com o “Pulso - cada momento, um batimento“:
O pulso é um novo produto criado pela Geotur, um sistema pré-pago que permite aceder a uma oferta de momentos únicos (experiências e viagens). Uma forma criativa de presentear e surpreender todas as pessoas que lhe são queridas.
Constamos no catálogo Pulso nas secções Aprender e Ousar, com o Nível 1 do Curso de Condução de Bicicleta (Oeiras) e com o aluguer de karts KMX para um passeio (Parque das Nações), respectivamente. Lembrem-se disto no próximo aniversário, Natal, Páscoa, Dia da Mãe, dia dos Namorados, etc, etc.
Depois do Expresso, do Alma de Viajante e do Lifecooler, o Destak (pág. 21) também falou do nosso curso de condução de bicicleta. Este só descobri porque comecei a receber chamadas de pessoas que começavam por dizer “vi aqui no jornal“.
O media clipping vai sendo todo registado no final desta página no nosso site. Se souberem de algum texto, notícia ou referência que não esteja aqui, dêem-nos a dica, please! ![]()
Foi um bocado surreal, folhear o caderno de economia do Expresso desta semana, como faço sempre desde que me lembro de ler jornais, e no canto da terceira página ou lá o que era, ver isto:
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A Cenas a Pedal estará novamente presente na Expo Evasão, este ano a decorrer de 6 a 8 de Junho no Montijo, no mesmo local da Festa 4×4 do ano passado. Estaremos integrados no espaço CO2 zero:
Visite-nos e veja ao vivo e a cores a Mobiky Genius, os karts KMX (alguns dos novos modelos de 2008!), as zwei e o AirZound, e a Xtracycle. Estaremos também a alugar karts na pista de test drives, pelo que pode aproveitar para passar uma tarde animada, com a família ou com os amigos. ![]()
Primeiro dia da Portugal Verde. Dia da conferência do BCSD. Muita gente importante. E alguns carros importantes estacionados no passeio e no relvado.
Novidades da Cenas a Pedal nesta feira: primeira apresentação pública da Xtracycle e do AirZound. Anúncio do novo serviço da Cenas a Pedal, que entrará em funcionamento dentro das próximas semanas:

Sobre isto, será apresentada mais informação durante os próximos dias, aqui no site. E sim, isto é “being part of the solution“.
Tinha expectativa de encontrar cá mais veículos “alternativos”, mas parece que somos só nós e os nossos pedal powered vehicles. Ai o peso da responsabilidade.
Agora estou aqui com um problema técnico com uma API do Flickr que me impede de uploadar fotos, pelo que as partes giras terão que ficar para amanhã. ![]()
Na próxima semana estaremos a marcar presença na PORTUGAL VERDE 2008 – Salão Internacional das Empresas, Marcas, Produtos e Consumidores Amigos do Ambiente, a decorrer de 28 de Maio a 1 de Junho (5ª-feira a domingo), das 10h às 20h, na Cordoaria Nacional, em Belém (Lisboa).
No dia 28 a entrada é reservada a profissionais, e é quando decorrerá a 8ª Conferência Anual do BCSD Portugal, com o nome “Gerir pelo Futuro”.
Marcamos encontro lá?
A Cordoaria costuma ser um sítio caótico quando há eventos destes, não levem carro. Vão de comboio (ou de autocarro) até Belém e depois uns metros a pé. Ou vão de bicicleta, and lobby for decent bike parking!
Se forem de carro, deixem-nos no parque do lado da estação dos barcos da Transtejo e depois é só caminhar um pouco. ![]()
Eu aprendi a andar de bicicleta… andando.
Ninguém me ensinou, nem sequer houve alguém a segurar-me no banco antes de eu conseguir equilibrar-me sozinha, pelo que me lembro. Antes tinha tido um triciclo, mas são skills muito diferentes.
Comecei com rodinhas, mas não gostei e pedi logo para tirarem aquela “porcaria”. Depois caí logo na primeira curva (a 90º, a esquina do pequeno prédio onde vivia). Mas foi a última vez, até ver (dois cromossomas X significam frequentemente mais cautela).
A maior parte das pessoas da minha idade e do meu “meio” têm uma história similar, mais ou menos rodinhas, mais ou menos pai-que-segura-no-banco.
Mas há algumas pessoas que nunca tiveram a oportunidade de aprender enquanto crianças, e depois o tempo disso passou (ou assim sentiram elas). As razões são várias, ou os pais não as deixavam andar na rua, ou nunca lhes deram uma bicicleta e a liberdade para tentar, ou viviam num contexto desfavorável por aquele ou outro motivo…
Algumas pessoas ficaram marcadas por algum incidente que as afastou definitivamente das bicicletas, uma queda, um acidente,… Ganharam medo.
Andar de bicicleta devia fazer parte da Carta Universal dos Direitos Humanos.
E qualquer idade é boa para começar. E hoje em dia com a crescente macro-urbanização e motorização, as pessoas, e principalmente as crianças e os mais velhos, perderam o direito à rua, e com isso vem menos oportunidade para coisas como estar na rua e andar de bicicleta.
Há algumas empresas (e particulares) que dão aulas de iniciação a andar de bicicleta, numa vertente meramente lúdica ou mais com o desporto em mente, a um nível mais básico (aprender simplesmente a equilibrar-se e a controlar a bicicleta) - ex.: Núcleo Cicloturista de Alvalade (uma associação desportiva), Decathlon de Alfragide, Pedalnature na Azambuja (um particular, pela info de que disponho), Megasport em Loulé - ou um pouco mais avançado (com vista à prática de BTT ou a fazer expedições) - ex.: Cabra Montez, em Cascais. Decerto haverão mais espalhados por esse país fora mas que por um motivo ou outro não chegam aos media, nomeadamente à web.
Embora esta meia-dúzia de iniciativas já seja um bom sinal, o mercado apresenta ainda muitas lacunas nesta área. Afinal, a quem recorrer para aprender a conduzir uma bicicleta na estrada, a interagir com o tráfego e a fazer parte do trânsito? Já faz parte do politicamente correcto falar sobre e incentivar o uso da bicicleta como transporte, mas depois o mercado tarda em responder às necessidades que esses novos comportamentos criam (formação, serviços, infra-estruturas, produtos,…). De momento, a única forma de aprendermos a integrarmo-nos no trânsito é… experimentando e aprendendo sozinho, com os sucessos e com os erros, com os sustos e com os exemplos de terceiros, e recorrendo a materiais estrangeiros (livros, sites, recursos multimedia)… Um caminho sólido mas moroso e mais arriscado.
A um nível governamental ou nacional, não há um programa nacional de ensino de condução de bicicletas, como há - a diferentes níveis - em Inglaterra, no Canadá e nos EUA, por exemplo. Nesse aspecto, Espanha aqui ao lado também não está melhor que nós (mas em compensação está muito à frente em infrastruturas e serviços para ciclistas e por ciclistas…). No entanto, e atítulo de exemplo, o BACC já oferece há algum tempo cursos de bicicleta para adultos (agora com um site renovado
).
As nossas escolas de condução ensinam (muito precariamente, como se pode deduzir observando as nossas estradas e as nossas cidades, e passando pela experiência de tirar a Carta…) o Código da Estrada e a condução de veículos: ligeiros (os automóveis), pesados (autocarros e camiões) e motos, dado que para conduzir estes veículos é exigida uma Carta de Condução que habilite a pessoa a fazê-lo. Depois há veículos para os quais basta ter uma Carta tipo B ou whatever, como os tractores agrícolas e afins.
A condução de bicicletas não requer Carta de Condução, e desde 1992 (se não estou em erro), que não é necessária a Licença de Trânsito de Velocípedes. Felizmente.
Não sei se continua a poder registar-se uma bicicleta na Câmara Municipal, mesmo embora já não seja obrigatório. Quanto à Carta de Condução, o Estado podia ter uma própria para ciclistas que pudesse ser conferida a quem quisesse fazer um curso específico para estes utilizadores da estrada - algo não obrigatório mas que oferecesse a formação e a certificação. Talvez fizesse sentido estar associada à Carta de Condução de Motociclos ou então ao Curso de Formação dado pela Prevenção Rodoviária Portuguesa aos miúdos de 14 e 15 anos para lhes conferir a Licença Especial de Condução de Ciclomotores (que caduca quando atingem os 16 anos, tendo nessa altura que se pedir a substituição por uma definitiva). Essa “Carta” devia ser oferecida a ciclistas a partir dos 9 ou 10 anos de idade, em níveis adequados a cada faixa etária. Assim como está, nada é obrigatório mas também não temos a quem recorrer para aprender e para certificar (e perguntam vocês para que raio alguém quereria a certificação em condução de bicicletas…; bom, logo que consiga iniciar aqui uma nova série de artigos temáticos que ando a planear, volto a este pormenor.
).
Esta desformalização da condução de bicicletas na via pública associada à ausência de uma política e de um programa de formação, contribuiu provavelmente para negligenciar este tipo de veículo e todos os cidadãos que optam por ele para se deslocar. A bicicleta é algo marginal, que pode e deve circular na estrada mas que tem regras específicas para ela (algumas estúpidas) e que a rebaixam (e ao seu utilizador) face aos outros utentes das vias, ao mesmo tempo que nada lhe é exigido nem oferecido. Porque é que é importante um miúdo fazer um curso para aprender a andar de “acelera” na estrada mas já não o é se for para andar numa bicicleta? Ambos deverão aprender a usar os seus veículos e a conduzir de uma forma segura para eles próprios e para com quem se cruza com eles…
Sou completamente contra a obrigatoriedade de uma Carta de Condução ou de uma Licença de Circulação, atenção. A intenção pode ser boa, mas no caso das bicicletas há que ter em conta o factor social, o contexto cultural. Mesmo com Cartas, exames, Licenças, seguros, etc, etc, toda a gente quer ter um carro ou uma mota, especialmente os miúdos. A bicicleta ainda não tem essa “alavanca” a promover o seu uso. E a sua burocratização e formalização só contribuiria para afastar mais pessoas desta opção de transporte, verificando-se, consequentemente, perdas (ou ausência de ganhos) a nível da saúde e segurança públicas gerais, além da qualidade ambiental das zonas urbanas e da disponibilidade de espaço público.
Actualmente, temos esforços por parte da Prevenção Rodoviária Portuguesa em campanhas de Segurança Rodoviária, que passam pela distribuição de brochuras informativas e pela organização de concursos. A PRP (e outra entidades sem fins lucrativos, como a APSI, por exemplo) recebe anualmente fundos do Ministério da Administração Interna, provenientes do Fundo de Garantia Automóvel, para desenvolver campanhas e actividades de prevenção e redução da sinistralidade rodoviária. Este ano o tema é “Reduzir a velocidade nas estradas portuguesas“.
No pré-escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico (até aos 9-10 anos), os concursos consistem no desenvolvimento de trabalhos académicos (expressão plástica e expressão dramática), e as brochuras focam o comportamento das crianças como utilizadores das vias do ponto de vista de peões e de passageiros em veículos, havendo também sugestões de actividades a desenvolver em ambiente simulado e na rua a observar o trânsito. Algo muito positivo: abordam os conceitos de carpooling e de pedibus.
No 2º Ciclo (10 e 11 anos) há uma Taça Escolar de âmbito nacional, com provas teóricas e práticas, em bicicleta.
É avaliado o comportamento na estrada do ponto de vista de um ciclista (mas não parece ser dada alguma formação prática prévia). É distribuída uma brochura com as regras aplicáveis aos ciclistas ilustradas.
No 3º Ciclo e no Ensino Secundário voltam os concursos em termos de trabalhos académicos, que passam por actividades tendo em vista a melhoria da segurança rodoviária na área envolvente às escolas.
A PRP oferece também apoio técnico no estabelecimento de Escolas de Trânsito, bem como formação dos respectivos técnicos.
O objectivo destas escolas é desenvolver acções de educação para a segurança rodoviária, como, a título de exemplo, as da Associação de Cicloturismo Fidalbyke, no Barreiro. Citando a PRP:
(…)as Escolas de Trânsito destinam-se precisamente a proporcionar às crianças os conhecimentos e competências necessárias a uma adequada integração na circulação rodoviária, recorrendo para tal a intervenções de natureza teórica em interligação com acções pedagógicas a nível prático, seguindo, neste último caso, uma metodologia de simulação de situações de trânsito.
Este é um trabalho meritório. No entanto, o conceito é insatisfatório. As crianças aprendem a teoria e depois põem-na em prática num ambiente simulado, sem condições reais de tráfego e numa pista desenhada à escala delas. Os miúdos não são ensinados nem treinados a circular na estrada da vida real. Imaginem que se aplicava o mesmo sistema para ensinar as pessoas a conduzir um carro ou uma mota… Na minha opinião, estas escolinhas podem ser um excelente recurso para crianças mais pequenas e para os iniciados, mas numa óptica de preparação para uma formação posterior em condições reais, nunca em substituição desta.
Pelo que tenho conseguido apurar, na política da PRP a bicicleta é aposta apenas para os miúdos a frequentar o 5º e 6º anos de escolaridade…
Não parece haver estímulo para o desenvolvimento das competências nos anos subsequentes. E desconheço até que ponto estas acções visam efectivamente formar os ciclistas do presente, ou se são apenas uma tentativa de formar os condutores de automóveis ou motas do futuro…
Paralelamente a tudo isto, é cada vez mais enfatizada a “necessidade de maior cuidado por parte dos peões e dos ciclistas”, em campanhas e lobbies pelo uso de capacete e de coletes reflectores a toda a hora… Não se forma para dar às pessoas as ferramentas de segurança activa, mas cria-se uma cultura de medo, perigo, insegurança que coloca o ónus da segurança sobre a vítima potencial mais provável, levando-a a tentar proteger-se dessa “ameaça” com “armas” meramente passivas…Um logro, no fundo. E perigoso, ainda por cima, a diversos níveis (noutro post, que este já vai demasiado longo)…
Para finalizar, há uns meses encontrei isto perdido nas minhas coisas antigas da escola, “a flash from the past“:
1992:
1987:
Reparem nas roupas e nas bikes, muito old school!
Há umas duas semanas atrás, fui trabalhar para o CIUL à tarde e à saída reparei nuns panfletos, ficando assim a saber do Fórum Distrital de Segurança Rodoviária, promovido pelo Governo Civil de Lisboa e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a decorrer no próximo dia 28 de Maio, às 10h, no Fórum Lisboa (antigo Cinema Roma). A inscrição é gratuita (basta fazer a inscrição online), o programa está disponível no site.
A iniciativa, que conta com as presenças do governadora civil, Dalila Araújo, e do presidente da ANSR, Paulo Marques, tem como principal objectivo divulgar a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR) e recolher vários contributos para o documento final da mesma e sua posterior implementação.
(…)
O controlo de velocidade, a condução sob efeito do álcool e drogas, a formação, as condições do acesso ao título de condução e a avaliação dos condutores, a formação e educação para segurança do ambiente rodoviária, o socorro às vítimas, a auditoria das vias, a inspecção da sinalização e a fiscalização da segurança do parque automóvel, são alguns dos temas que estarão em foco e análise no fórum distrital.
Este tema dos direitos dos ciclistas (e não só…) e da segurança rodoviária é algo que me tem vindo a interessar especialmente desde há algum tempo. A FAQ que preparei e publiquei em Dezembro do ano passado foi reflexo disso mesmo. No seguimento disso, e face à lacuna sobre a qual acabei de dissertar neste post, a evolução natural só podia ser uma: avançar e procurar fazer parte da solução… ![]()
Já repararam bem no genérico deste novo programa da RTP 2?
Há ali algo familiar.
O Desafio Verde é um programa tipo reality show apresentado pela Sílvia Alberto:
O DESAFIO VERDE é um programa inovador e educativo que demonstra como é possível ser amigo do ambiente sem ser extremista. Desde as minhocas da quinta, às caleiras para aproveitamento da água da chuva, desde a energia solar até às “bombas de calor”, a equipa do DESAFIO VERDE entra na casa dos consumidores à procura de “atentados” ecológicos, transforma-as num paraíso limpo e “verdejante”. Durante todo este processo, o maior de todos os desafios é, logicamente, educar as famílias e espectadores.
Os vídeos depois são disponibilizados no site da RTP e podem ser vistos a qualquer altura.
Estejam atentos aos próximos episódios, parece que alguém vai trocar o carro por Mobikys.
Vamos ver como é que se adaptaram. ![]()
Foi um dia muito bem passado, a “vestir camisolas” com orgulho: a da Cenas a Pedal, a de promotores de “cenas a pedal” e a da FCT-UNL, a minha “casa” durante vários anos.
E olhem que giro, uma foto dos karts KMX foi usada para ilustrar o evento num artigo publicado no Jornal de Notícias!

[Mais fotos aqui.]
Não tive oportunidade de explorar muito os eventos no campus (estava a trabalhar, afinal de contas), mas gostei de ver uma experiência nova relativamente ao ano passado, da Quercus, que usava bicicletas para educar sobre energia:
O campus foi visitado por mais de 4700 pessoas no dia da Expo FCT, 4 de Abril. Uma loucura!
Alguns tiveram a sorte de poder experimentar e curtir um pouco de KMXing, além de uns test drives da Mobiky Genius.
Para o ano há mais, espero! ![]()

























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