Esta apresentação concentra-se na dissertação de mestrado do Paulo, que foi aprovada pelo ISEL em 2009. Principalmente a todos os que achem interessantes, credíveis, e positivos a apresentação e o projecto do Paulo, recomendo vivamente que leiam e analisem criticamente a sua dissertação e não se limitem ao cheerleading automático e desinformado. O facto de ter sido realizada por uma pessoa formalmente instruída em engenharia de tráfego (licenciatura + mestrado), e que efectivamente se prestou a andar de bicicleta durante o processo, e ter sido aprovada por um organismo de ensino superior (público), com a chancela do Vice-Presidente do InIR, e ter procurado, angariado e aproveitado tanta atenção dos media, implica um elevado grau de responsabilidade técnica e política de todos os envolvidos e é, consequentemente, um reflexo do nível dessa mesma responsabilidade técnica e política, nesta área, no nosso país, hoje em dia. A não perder, então.
No final de 1999, Tim Cope e Chris Hatherly, de 20 anos de idade, iniciaram uma viagem de 10.000 Km em 14 meses, passando pela Rússia, Sibéria, Mongólia e China. Em bicicletas reclinadas. Um desafio de extremos, que ambos superaram para contar:
1 – Criar um organismo tipo Federação, que una os diversos clubes de ciclismo adaptado, espalhados pela Europa.
2 – Promover e criar uma cooperativa para a fabricação de handbikes e afins, que facilitem o ciclismo adaptado (handcycling), a preços justos e acessíveis para os sócios.
3 – Reunir material para a edição de um livro que divulgue as diversas realidades, comparando a qualidade de vida dos deficientes de cada um dos países visitados.
Para realizar esta viagem e para atingir os objectivos da mesma, o José precisa de apoio ao nível da divulgação do projecto e de patrocinadores. Se puderem colaborar de alguma forma, façam-no: J. Leones Lima – 258 838 078 ou 969 268 970 – vpcr @ clix . pt. A causa é nobre, pois uma sociedade que não toma as necessidades dos deficientes como suas é, em si própria, uma sociedade deficiente…
Danny MacAskill, o atleta profissional escocês de Trials Bike que em Abril deste ano inundou “as internets” com um vídeo de acrobacias impressionantes, caiu. A pé.
De notar que se trata de uma pessoa jovem, e atlética. É caso para dizer que os peões deviam ser obrigados por lei a envergar equipamento de protecção pessoal para evitar estes problemas. Não?
[Sim, estou só a ser sarcástica, ainda não endoideci. ]
O Nate, o Juice Peddler (entretanto o negócio dos batidos a pedal – foi vendido ao Paul, na Rock The Bike), desde 2007 Presidente da Xtracycle, fez um pequeno vídeo da Davis, a sua filha, imediatamente antes e durante uma viagem para o seu jardim de infância, viagem essa feita numa Xtracycle (para os geeks, uma Surly Big Dummy). É por isto (e muito mais) que existe a Cenas a Pedal:
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