No final de 1999, Tim Cope e Chris Hatherly, de 20 anos de idade, iniciaram uma viagem de 10.000 Km em 14 meses, passando pela Rússia, Sibéria, Mongólia e China. Em bicicletas reclinadas. Um desafio de extremos, que ambos superaram para contar:
1 – Criar um organismo tipo Federação, que una os diversos clubes de ciclismo adaptado, espalhados pela Europa.
2 – Promover e criar uma cooperativa para a fabricação de handbikes e afins, que facilitem o ciclismo adaptado (handcycling), a preços justos e acessíveis para os sócios.
3 – Reunir material para a edição de um livro que divulgue as diversas realidades, comparando a qualidade de vida dos deficientes de cada um dos países visitados.
Para realizar esta viagem e para atingir os objectivos da mesma, o José precisa de apoio ao nível da divulgação do projecto e de patrocinadores. Se puderem colaborar de alguma forma, façam-no: J. Leones Lima – 258 838 078 ou 969 268 970 – vpcr @ clix . pt. A causa é nobre, pois uma sociedade que não toma as necessidades dos deficientes como suas é, em si própria, uma sociedade deficiente…
Adventure Cycling invites you to enter your most stunning photos — highlighting the beauty, adventure, and inspiration of bicycle travel — in our 1st Annual Bicycle Travel Photo Contest.
We’re looking for beautiful photography representing the diversity and spirit of bike touring. Your original digital images, capturing of all aspects of bike travel, are eligible for the competition.
We are especially interested in images that showcase the wide range of bike-touring experiences: road and dirt riding, rural and urban settings, scenery, people, and the emotions.
Ora aqui está uma área de desenvolvimento sustentável do país que passa completamente ao lado de quem nos governa: o lazer e o turismo em bicicleta. Bom, começa a haver sinais de mudança, a Ecovia do Algarve, as Ecopistas da Refer (embora estas sejam reflexo de algo negativo: o desinvestimento na ferrovia…), as ciclovias à beira-mar e beira-rio aqui e ali…
São sinais de esperança, que precisamos de alimentar. É necessário que os políticos percebam que os ciclistas “recreativos” e os cicloturistas são um factor de dinamização económica e social das regiões, que criam emprego, que atraem pessoas, que criam riqueza, com baixo impacto ambiental e relativamente pouco investimento. É preciso que estas pessoas e este estilo de vida sejam valorizados, o que se percebe pela qualidade, coerência, consistência e relevância das infraestruturas e serviços criados. Algo que actualmente deixa muito a desejar… Por isso há que batalhar, amigos! Para depois podermos pedalar!
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