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E-Big Dummy has rolled!

Hoje foi a primeira voltinha de test ride! :-D Quer dizer, para o Bruno, a minha ficou para amanhã, a conduzir e à boleia!

1ª saída da Big Dummy (com e-assist!)

Não está linda? :-) Verde-tropa, preto, vermelho e cinzento, é a gama de cores. Só destoa ali o branco da bateria do BionX, mas enquanto não fizerem “skins” como prós telemóveis, ficamos assim. Entretanto, só falta concluir as ligações eléctricas das luzes e está pronta para começar a rolar! Brevemente numa rua perto de si. :-)

O Bruno mais tarde fará, esperamos, uma apresentação / review do processo de montagem da bicicleta, do equipamento e acessórios escolhidos, etc. Esta bicicleta será o seu principal veículo de trabalho, e é, simultaneamente, um mostruário perfeito de alguns dos produtos de algumas das marcas que revendemos: Xtracycle, Surly, BionX, Supernova, Humpert, etc. Por várias razões, o processo de receber, e depois montar, todos os componentes demorou um bocado, pelo que ele já se estava a passar por estar estas semanas todas sem bicicleta, depois de ter vendido a anterior. Mas agora acabou-se a ciclo-ressaca, e vem aí uma “fix” de bikeyness de alto nível para tirar a barriga da miséria. :-D

«Dê-nos uma boa razão para pôr alguém a andar de bicicleta»

Ciclistas, respondam ao apelo da Suzana e da Mónica, para bicicla@clix.pt, respondendo a umas perguntas simples:

1) diga-nos, numa frase, expressão ou ideia, o que diria a um amigo para o motivar a andar de bicicleta.

[(dica) lembre-se da eficácia do humor e da emoção quando se trata de persuadir alguém].

2) Quais os pontos que identifica como mais relevantes para sensibilizar a sociedade para preferir a bicicleta a outro veículo.

3) Conte-nos em 3 linhas como personaliza (ou personalizou na adolescência) a sua bicicleta. Qual a memória que o/a liga à bicicleta?

Saibam mais sobre o projecto de design de comunicação em que elas estão a trabalhar, “Design e mobilidade – por uma cidade mais inteligente e emotiva“, aqui.

Bomba para irrigação, a pedal

Uma invenção de um estudante universitário. :-)

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Sem poluição, sem ruído, sem consumir combustíveis fósseis, barata. Excelente!

A bicicleta e a evolução dos humanos

Encontrei isto no blog do Tom Vanderbilt e achei curioso (remember, I majored in Biotechnology ;-) ), uma passagem do livro “The Limits to Travel” de David Metz, que traduzo:

Considerando tudo, as provas disponíveis sugerem que o Homem evoluiu para viajar por longas distâncias caminhando e correndo. À medida que foi desenvolvendo tecnologias, estas puderam ser exploradas para viajar para mais longe e mais depressa. Daí resultam as origens de muita da história e geografia da Humanidade que nós aprendemos na escola, e não de somenos importância, a predisposição das pessoas para migrarem de onde nasceram para outras cidades ou estranhos novos países em busca de uma vida melhor. Isto tem tido implicações para a nossa própria evolução. Steve Jones, professor de Genética na University College London (UCL), chamou a atenção para o facto de que se os antepassados de determinada pessoa vieram da mesma aldeia eles podem facilmente ter sido aparentados, mas isto é muito menos provável se eles nasceram a centenas de quilómetros um do outro. Na Oxfordshire do século 19, a distância média entre os lugares de nascimento de parceiros de matrimónio era menos de 15 km. Agora é mais de 50 km, e nos EUA é de várias centenas. Uma consequência deste aumento de mobilidade é que as populações do mundo estão a começar a fundir-se geneticamente. Steve Jones sugere que o evento mais importante na evolução humana recente foi a invenção da bicicleta.

Bicicleta “angular”

Curioso, será que rola aos solavancos ou a matemática e a engenharia conseguiram de alguma formar tornar a experiência de uso desta “bicicleta com rodas multi-ângulo” “normal”? :-)

Ministra vai de bicicleta com chauffer

Imaginem isto cá (hey, temos que ser capazes de imaginar antes de sermos capazes de concretizar!):

Apesar de ter um carro com motorista ao seu dispôr, a nova Ministra Secretária de Estado dos Assuntos Sociais da Holanda prefere usar a sua bicicleta – tal como tem feito, apesar da sua deficiência, como vemos aqui – enquanto serve na Câmara Municipal em Haia.

Se ao menos o handicap dos nossos governantes fosse físico… :-P

Bicicleta reclinada faça-você-mesmo, em Portugal

O inventor deste triciclo reclinado, construiu também uma bicicleta reclinada (ou “recumbente“):

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Vejam mais detalhes da bicicleta no post do Jaime.

De notar que o o blog “Cova da Onça” está agora também agregado no Planeta Bicicultura. :-)

LIFE CYCLE: Seminário “A Saúde e a Bicicleta”

seminario_saude_lifecycleComo embaixadores deste projecto, temos a honra de anunciar que é já no próximo dia 7 de Abril, 3ª-feira, Dia Mundial da Saúde, no Centro de Congressos de Aveiro, que se realizará o Seminário “A Saúde e a Bicicleta” no âmbito do LIFE CYCLE. Tem início às 9h30 e termina às 18h. Os temas das palestras serão:

10:30 Coração… relógio da vida.
10:15 O contributo da Bicicleta para uma Mobilidade Sustentável.
10:35 A Bicicleta Saudável.
14:30 Pedalar contra a Obesidade.
14:50 Actividade Física. Uma necessidade vital para o ser humano.

Haverá ainda dois períodos de Debate e uma strong>Mesa Redonda:“Saúde-Mobilidade -Alimentação e Actividade Física”. No final será sorteada uma bicicleta. :-)

Podem aceder ao programa completo aqui, e a um folheto sobre o seminário aqui. Podem inscrever-se até ao dia 6 de Abril de 2009, pelo e-mail: lifecycle@cm-aveiro.pt.

A bicicleta como opção privilegiada para uma mobilidade sustentável e saudável!

Geração de energia na bicicleta

Deco Goodman (que infelizmente tem um site todo em Flash…), um designer norte americano, concebeu um conceito de geração de energia para bicicletas que não só utiliza a rotação das rodas, como também as irregularidades do terreno. Chamou-lhe fE (free energy). Este projecto foi concebido no âmbito de uma cadeira da universidade que frequenta.

Aspecto final de algumas partes do conceito

A ideia baseia-se em dois componentes de geração de energia: um sistema de ímanes e bobinas na roda traseira e um sistema de amortecimento com chips piezoeléctricos no espigão do selim.

O sistema de íman e bobina não é novidade, porém o costume é usar apenas 1 ou 2 ímanes presos nos raios da roda. No desenho de Goodman, seria utilizada uma fita flexível presa aos raios com ímanes em intervalos reduzidos. Desta forma o efeito do campo magnético é mais constante. Não é explícito nos desenhos de que forma será gerido o aumento de resistência para auxiliar a travagem e produzir mais energia, mas deduzo que fosse através de um circuito electrónico.

Diagrama do gerador da roda traseira

O espigão de selim teria uma suspensão integrada, que geraria energia quando activada pelas irregularidades do terreno.

Diagrama do sistema de suspensão do espigão do selim

Estaria integrada também no espigão a bateria para guardar a energia produzida pelos dois sistemas. Pelo que pude deduzir, esta bateria serviria para alimentar as luzes da bicicleta, não sendo possível perceber se o designer teria outras ideias de utilização da energia, ou de outros sistemas que pudessem utilizar a bateria (lanterna para campismo, rádio, gps, etc), quer directamente, quer por exemplo através de uma ligação USB, que é cada vez mais comum nos gadgets do dia a dia.

Bateria e luz traseira

Esta ideia poderá ser mais uma que não chega a ser produzida, mas tenho curiosidade em saber se seria viável. Resta esperar para saber se o designer produz pelo menos algum protótipo funcional para testes. :-)

[Via TreeHugger]

Introdução aos cursos de condução de bicicleta da Cenas a Pedal

Qualquer que seja a sua idade, nível actual de habilidade ou antecedentes com bicicletas, os nossos cursos têm algo para lhe oferecer. Quer não seja capaz de se equilibrar numa bicicleta, esteja a voltar ao seu uso após um interregno, ou seja um ciclista regular que quer desenvolver mais as suas competências.

Em Portugal não há um programa nacional de formação em condução de bicicletas, e é algo ainda muito raro junto dos operadores privados. Para contribuir para colmatar esta lacuna “importámos” o padrão nacional britânico de condução de bicicletas e adoptámo-lo como base dos nossos cursos.

O padrão nacional britânico, em que somos certificados pelo CTC, inclui formação para adultos bem como para crianças (a partir dos 10 anos de idade), e é desenvolvido na estrada em cenários reais de tráfego, sob supervisão. Formação de alta qualidade levada a cabo por instrutores habilitados e certificados desenvolverá ciclistas hábeis e confiantes que terão as competências para gerir todas as condições de estrada e de trânsito em segurança.

Quanto custa?

A estrutura dos cursos será apresentada dentro das próximas semanas, incluindo número e duração das sessões, preços e material e vantagens incluídas, descontos, etc. Para referência, as sessões implicarão um investimento de cerca de 25 € por hora, isto para um serviço personalizado que inclui deslocação do instrutor e formação no local de escolha do cliente.

O que é o ‘Padrão Nacional’ britânico?

É um programa de formação para ensiná-lo a conduzir uma bicicleta na estrada em segurança e com confiança, com respeito pelos outros utilizadores da estrada. Os 3 níveis diferentes são como se segue:

Nível 1 – desenvolvido num ambiente controlado, longe de estradas e de tráfego. Os ciclistas são formados geralmente em grupos de 3 a 12 pessoas, mas também há formação individual. Cobre as competências básicas de controlo da bicicleta incluindo arrancar e pedalar, parar, fazer manobras, sinalizar e usar as mudanças.

Nível 2 – Formação em estrada para aqueles que completaram o Nível 1 e que estão prontos para progredir. Oferece experiência real no uso da bicicleta e leva os formandos a sentirem-se mais seguros e capazes de lidar com o trânsito em pequenas viagens pendulares para o trabalho ou para a escola, por exemplo. A formação é desenvolvida em pequenos grupos e ao longo de uma série de sessões.

Nível 3 – desenvolve as competências básicas e treina os ciclistas para fazerem viagens numa variedade de condições de tráfego de uma forma competente, confiante e consistente. Ciclistas que atinjam o padrão do Nível 3 serão capazes de lidar com todo o tipo de condições da estrada e situações mais complexas. O curso cobre lidar com perigos, fazer análises de risco dinâmicas (“na hora” e em movimento) e planear percursos para deslocações mais seguras.

Elementos adicionais

Serão cobertos alguns elementos extra ao padrão nacional para melhorar a formação dos ciclistas, dependendo das suas necessidades pessoais (circular à noite, manter a bicicleta em segurança, etc).

Informação mais detalhada dos cursos será disponibilizada progressivamente ao longo das próximas semanas.

Estes cursos são apenas uma introdução ao prazer, à liberdade e ao estilo de vida saudável que o uso da bicicleta pode trazer. É importante que, depois de completada a formação, continue a usar a bicicleta para criar e acumular confiança e experiência. A FPCUB e diversas outras entidades organizam regularmente passeios e actividades (desportivas ou de convívio e lazer) que podem desenvolver a sua formação e aumentar a sua experiência em bicicleta após o fim do curso.