Um produto para os distraídos

You know, aqueles que entram com o carro na garagem sem se lembrarem que levam as bikes em cima no tejadilho. 😛 O resultado é sempre mau, quer para as bicicletas quer para os carros…

Alguém inventou uma cena para evitar estes pequenos desastres (que podem acontecer a qualquer pessoa!), o Bike Bouncer.

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Quando se abre o portão aparece aquilo e temos que sair do carro para o tirar do caminho, bem como as bicicletas sobre o tejadilho, claro! 😉

Empreendedores precoces

Achei esta história simplesmente deliciosa. 🙂

Isaac Martinotti (12 anos) e Isaac Bailey (13 anos), são dois amigos que partilham o primeiro nome e o gosto por trabalhar com bicicletas. Os dois miúdos aperceberam-se de que nenhum dos seus amigos sabia reparar bicicletas, por isso converteram a garagem do Isaac B. numa oficina de bicicletas própria, a I.A.I. Bike Repair (como em Isaac & Isaac), e estão prontos para o negócio.

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Os Isaacs levam a sua oficina a sério.

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Asseguraram um fornecedor de peças, todas as 5ªs-feiras eles enchem o seu atrelado com peças velhas do Centro de Ciclismo Comunitário (CCC) ali próximo, a 5 $ por tudo o que se conseguir carregar. Quanto a ferramentas, investiram a sua mesada num conjunto novo, e até as sabem usar. O Isaac B. completou um curso no CCC e o Isaac M. teve uma disciplina de soldadura na sua escola. Frequentemente procuram ainda os sábios conselhos e ajuda dos técnicos de uma loja/fábrica/oficina (?) da zona. Os rapazes até encontraram um velha caixa registadora abandonada em frente a uma casa ali próxima, de borla, e funciona. 🙂

Sempre ocupados, vários amigos deixam lá as bicicletas enquanto o Jonathan (autor do texto) os esteve a visitar – reparar um pneu furado, colocar uma nova roda, etc – e entretanto os dois Isaacs vão trabalhando noutras bicicletas que esperam trocar por alguns cartões de visita e panfletos publicitários.

Segundo os próprios, a especialidade do Isaac B. é a pintura com spray de peças e a do Isaac M. é o ajuste de travões.

O Jonathan cruzou-se com a mãe do Isaac B. numa loja, ela estava a comprar um livro de facturas (é mesmo sério!) e disse-lhe que estava muito contente por eles estarem tão envolvidos neste projecto, em vez de simplesmente andarem por aí nas ruas. Disse ainda que eles se estavam a divertir muito com aquilo e que o filho até lhe tinha perguntado se podiam fazer alguns anúncios publicitários!

Eheheh, muito fixe. 🙂 Alguém conhece um caso similar em Portugal? 😉

Use your head, stop at red!

É uma campanha a decorrer no Reino Unido. Já assinei a petição online, embora esteja um bocadinho fora da zona deles. 😛 Pena que a tradução do slogan para português perde a rima. 😛 Era uma campanha fixe para importar.

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Ainda este fim-de-semana, estávamos frente ao Cascais Villa, parados na estrada, de bicicleta, à espera do sinal verde quando vemos um ciclista todo “racing” a passar-nos a nós e aos carros e simplesmente seguir “por cima” do sinal vermelho no semáforo… É muito má onda. Dá má imagem às pessoas que usam a bicicleta (quer como meio de transporte, em lazer ou por desporto), e nós já somos poucos (e irregulares no seu uso) e vistos como “aliens”. Não precisamos de meia dúzia de gatos pingados a contribuir para os outros nos verem com maus olhos (como chicos-espertos, desrespeitadores das regras, etc).

O que eles dizem no site podia aplicar-se a Portugal.

Stop At Red (“Páre No Vermelho”) é uma campanha para melhorar o estatuto do uso da bicicleta aos olhos do público e dos políticos e governantes, e para enfrentar as atitudes dos ciclistas cujo comportamento perpetua a imagem dos ciclistas como um grupo marginal de baixo estatuto social, sobre rodas. Foca-se especificamente no desrespeito pelos sinais de trânsito. Tem também dois objectivos gerais: a) encorajar os ciclistas a mostrar cortesia para com os outros utilizadores da estrada e peões e b) encorajar um maior respeito pelas regras da estrada. A Stop At Red foi criada por ciclistas preocupados, alarmados com o facto de a causa do ciclismo estar a ser minada pelas acções irresponsáveis de uma minoria sub-representada.