Regime de excepção para velocípedes de competição?

Talvez a Federação Portuguesa de Ciclismo e a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta” devessem reivindicar algo do género também, relativamente às luzes e reflectores?…:

23 de Janeiro de 2009

O IMTT submeteu a consulta da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting o regime jurídico de atribuição de matrícula, transformação, inspecção e circulação dos veículos de competição.

No âmbito das suas atribuições em matéria de controlo das condições técnicas de circulação de veículos a motor e seus reboques, o IMTT propõe criar um regime excepcional para que os veículos desportivos possam circular nos troços de ligação e para que lhes seja atribuída matrícula diferenciada.

Tendo em conta que o Código da Estrada só admite a circulação de automóveis desde que matriculados e considerando que os veículos de competição, ao serem objecto de transformações, podem deixar de estar conformes com o Regulamento da Homologação CE de Modelos de Automóveis e Reboques, Seus Sistemas e Unidades Técnicas, o projecto de decreto regulamentar estabelece:

• Um regime específico para atribuição de matrícula;

• Um regime específico de Inspecções Periódicas Obrigatórias (IPO) para os veículos de competição;

• Normas de circulação na via pública para estes veículos, quando circulem em troços de ligação.

[Fonte: IMTT]

Será que é algo que faria sentido, seria inócuo?

Ciclo-diversidade

Devemos estimular e proteger a ciclo-diversidade como o fazemos (ou deveríamos fazer) com a bio-diversidade.

Em Portugal temos poucas velo-culturas, duas dominantes: BTT e “cicloturismo” (estrada). Mas as coisas estão a mudar e isso vê-se nas ruas. 🙂

Em França alguém procurou documentar esta ciclo- e bio-diversidade em fotografia, e o resultado foi este.

Vejam o vídeo!

Algo um pouco mais elaborado que o Binas aqui por terras lusas, mas na mesma onda. 😉

Testes em Londres

Depois de recentemente iniciado o período experimental de permissão de circulação de motas nas faixas BUS (onde também já circulavam táxis e bicicletas), Londres iniciará no início do Verão outro teste, em 7 ruas de sentido único, em que será permitida a circulação de bicicletas em sentido “proibido”. Parece-me uma boa iniciativa, se resultar pode facilitar imenso a vida dos ciclistas, oferecendo maiores opções de rotas e permitindo poupar tempo e esforço, e até evitar passar por ruas mais movimentadas.

E Lisboa lá segue à espera não sei do quê…