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Use your head, stop at red!

É uma campanha a decorrer no Reino Unido. Já assinei a petição online, embora esteja um bocadinho fora da zona deles. 😛 Pena que a tradução do slogan para português perde a rima. 😛 Era uma campanha fixe para importar.

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Ainda este fim-de-semana, estávamos frente ao Cascais Villa, parados na estrada, de bicicleta, à espera do sinal verde quando vemos um ciclista todo “racing” a passar-nos a nós e aos carros e simplesmente seguir “por cima” do sinal vermelho no semáforo… É muito má onda. Dá má imagem às pessoas que usam a bicicleta (quer como meio de transporte, em lazer ou por desporto), e nós já somos poucos (e irregulares no seu uso) e vistos como “aliens”. Não precisamos de meia dúzia de gatos pingados a contribuir para os outros nos verem com maus olhos (como chicos-espertos, desrespeitadores das regras, etc).

O que eles dizem no site podia aplicar-se a Portugal.

Stop At Red (“Páre No Vermelho”) é uma campanha para melhorar o estatuto do uso da bicicleta aos olhos do público e dos políticos e governantes, e para enfrentar as atitudes dos ciclistas cujo comportamento perpetua a imagem dos ciclistas como um grupo marginal de baixo estatuto social, sobre rodas. Foca-se especificamente no desrespeito pelos sinais de trânsito. Tem também dois objectivos gerais: a) encorajar os ciclistas a mostrar cortesia para com os outros utilizadores da estrada e peões e b) encorajar um maior respeito pelas regras da estrada. A Stop At Red foi criada por ciclistas preocupados, alarmados com o facto de a causa do ciclismo estar a ser minada pelas acções irresponsáveis de uma minoria sub-representada.

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Padrão europeu para os assentos de criança para bicicletas

Aqui pode ser lido (em inglês) um resumo deste padrão.

Se quisermos assegurar-nos de que os acessórios que compramos para transportar crianças em bicicletas cumprem os desejáveis requisitos de segurança e qualidade, devemos procurar saber se têm a certificação deste padrão: EN 14344.

O assento deve ter menção ao peso máximo da criança, o nome do fabricante ou da marca, o ano e mês de fabrico e o número do padrão, EN 14344. Deve ainda trazer um manual na linguagem do país onde é vendido, incluindo toda a informação necessária para a montagem e utilização do assento, e o peso máximo da criança. Deverá indicar também que ferramentas são necessárias para a montagem do assento sempre que não sejam fornecidas com este.

De notar que o nosso Código da Estrada é omisso no que concerne ao transporte de crianças em reboques acoplados a bicicletas. E não explicita nada relativamente aos sistemas de transporte de crianças:

SECÇÃO II – Transporte de passageiros e de carga

Artigo 91.º – Transporte de passageiros

1 – Nos motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores é proibido o transporte de passageiros de idade inferior a sete anos, salvo tratando-se de veículos providos de caixa rígida não destinada apenas ao transporte de carga.

2 – Os velocípedes só podem transportar o respectivo condutor, salvo se forem dotados de mais de um par de pedais capaz de accionar o veículo, caso em que o número máximo de pessoas a transportar corresponde ao número de pares de pedais.

3 – Exceptua-se do disposto no número anterior o transporte de crianças em dispositivos especialmente adaptados para o efeito, desde que utilizem capacete devidamente homologado.

4 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a € 300.

Artigo 92.º – Transporte de carga

1 – O transporte de carga em motociclo, triciclo, quadriciclo, ciclomotor ou velocípede só pode fazer-se em reboque ou caixa de carga.

2 – É proibido aos condutores e passageiros dos veículos referidos no número anterior transportar objectos susceptíveis de prejudicar a condução ou constituir perigo para a segurança das pessoas e das coisas ou embaraço para o trânsito.

3 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a € 300.

Fonte: DGV

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Hora de ponta em Amsterdão

Não é lindo? 🙂 Talvez um dia também possamos filmar algo assim em Lisboa… 😉

O próximo filme ajuda a perceber como isto se tornou possível: