Muito interessante, quem sabe uma ideia para crowdfunding para a MUBi? 🙂
Este TrafficCOM parece simples e prático. Uma alternativa mais acessível, talvez, ao Eco-Counter?
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Estava para aqui a pesquisar umas cenas relacionadas com o crédito ao consumo, e descobri uma coisa nova (para mim).
Há vários tipos de contratos de crédito bancário aos consumidores, e cada um está sujeito a valores máximos de TAEG (Taxa Anual Efectiva Global) definidos por lei. A TAEG é o valor que nos permite comparar mais facilmente o custo real dos créditos.
A TAEG é uma medida anual do custo total do crédito, expressa em percentagem do respetivo montante. Esta medida inclui, além dos juros, as comissões, despesas, impostos e encargos com seguros obrigatórios. A sua magnitude depende da proporção entre o valor destes elementos e o montante do empréstimo e da forma como se distribuem no tempo.
| Tipo de contrato de crédito | TAEG Máximas | |
|---|---|---|
| 1.º Trimestre 2013 |
2.º Trimestre 2013 |
|
| Crédito Pessoal: Finalidade Educação, Saúde, Energias Renováveis e Locação Financeira de Equipamentos | 6,5% | 6,4% |
| Outros Créditos Pessoais (Sem Fin. Específica, Lar, Consolidado e Outras Finalidades) e Crédito Revolving (Cartões de Crédito, Cartões de Débito Diferido, Linhas de Crédito, Contas Correntes Bancárias e Facilidades de Descoberto) |
27,5% | 26,5% |
| Crédito automóvel | ||
| – Locação Financeira ou ALD: novos | 9,2% | 8,9% |
| – Locação Financeira ou ALD: usados | 10,8% | 10,2% |
| – Com reserva de propriedade e outros: novos | 12,6% | 12,7% |
| – Com reserva de propriedade e outros: usados | 17,1% | 16,9% |
Ou seja, se eu quiser comprar um carro [novo] no 2º semestre de 2013 beneficio de uma TAEG máxima de 8.9 % a 12.7 %, consoante o tipo de contrato (e tenho disponíveis pelo menos 3 modalidades à escolha). Já se eu quiser investir numa bicicleta (que complemente ou substitua o carro em muitas situações), a taxa máxima aplicável será de 26.5 % (pois parece que a única modalidade é o crédito pessoal “geral”).
De notar que o Estado reconhece a importância especial de investir em educação e saúde, e agora também em energias renováveis, daí a TAEG máxima mais baixa aplicável nestes casos (6.4 %). Supostamente a “locação financeira de equipamentos” poderia servir para bicicletas, mas curiosamente não encontrei nada online ao pesquisar por isto. Os bancos não fazem leasing de bicicletas? Se não, porquê? Falta de procura (lógico), será só isso? Se um consumidor for ao banco e pedir um contrato de leasing para uma bicicleta, consegue-o?
Nomeadamente para as bicicletas eléctricas, bicicletas de carga, e bicicletas para pessoas com necessidades especiais, que são, naturalmente, mais caras do que as convencionais, poderia fazer sentido isto. No final do contrato de leasing o consumidor poderia optar por trocar para outro modelo (com tecnologia mais moderna, por exemplo, mais relevante no caso das eléctricas).
Alguns links:
Alguém tem experiência ou outros conhecimentos sobre esta questão que queira partilhar? Interessa-me perceber se há ou não aqui uma falta de equidade intrínseca entre o automóvel e a bicicleta, nas condições de crédito, tal como há/houve nos incentivos fiscais.
O que é que é melhor que um pedicab (também conhecido por “triciclo-táxi)? Ora, um autocarro a pedais, claro!
Nada de agir como um passageiro passivo, toda a gente pedala! 🙂
Dá para levar entre 5 a 8 passageiros + o condutor.
Digamos que isto é o equivalente ao carpooling, na versão “a pedal”. Bikepooling! 😉
Faz todo o sentido em grandes eventos como festivais, convenções (este das fotos foi especialmente desenhado para uma convenção nos EUA, por exemplo), etc (e nós podemos ajudar).
A Joana Simões, da LUSA contactou-nos no início de Julho, disse-nos que estava a preparar um trabalho sobre cursos de condução de bicicleta, e perguntou-nos se seria possível fazer reportagem com vídeo e fotografia durante uma aula, e recolher alguns dados. A aula que ficou mais a jeito foi a primeira de um ABC da Bicicleta, onde a Manuela e a Cátia, duas das três alunas dessa edição, tiveram a amabilidade de participar (obrigada às duas!). 🙂
Depois foi esperar que a história fosse comprada pelos media e ver onde ela iria aparecer. Pois apareceu em alguns portais e sites de jornais a 3 de Agosto, e depois ainda passou três vezes na televisão, na TVI, no Jornal das 8 de dia 4 (podem ver o vídeo aqui, a peça, de 2 minutos de duração, começa aos 59min15s) e depois repetida no Jornal da Uma de dia 5, e na RTP 1, no Portugal Directo de dia 8 (podem ver o vídeo aqui, começa aos 25 minutos). 🙂
Entretanto, no final de Julho a Inês Marques, do programa da TVI “Você na TV“, apresentado pelo Manuel Luís Goucha e pela Cristina Ferreira, contactou-nos também, interessados em fazer uma peça sobre pessoas que aprendem a andar de bicicleta na meia idade (obrigada, Inês, pela oportunidade!). Contactámos uma antiga aluna da nossa escola de bicicleta, e também uma dupla que estava a fazer aulas nessa semana, e fomos ao programa, emitido em directo no dia 10 de Agosto. Os apresentadores entraram em estúdio nesse dia a pedalar bicicletas nossas, a Cristina levou a minha Birdy City Premium e o Goucha levou a nossa Electra Townie Original 3i. 🙂 Vimo-los prestes a arrancar, cá de cima da sala de espera:
Cá em baixo, posaram para a produção:
E foi uma imagem popular, a avaliar pelos “like”s, comentários e “share”s no Facebook! 🙂
Podem ver o vídeo do início do programa, aqui.
Já no estúdio, estivémos juntas eu, a Paula, a Cecília e a Lucília, sendo entrevistadas pela Cristina Ferreira e pelo Manuel Luís Goucha.
São um grupo muito divertido e agradeço muito às três terem aceitado participar, ajudando-nos a divulgar aquilo que fazemos, e a desfazer mitos comuns, incentivando outras pessoas a ir atrás daquilo que querem fazer, independentemente da idade que tenham. 🙂 Podem ver o vídeo aqui.
Esperamos que isto leve a que mais gente procure a nossa Escola, conferindo-nos maior capacidade para oferecer um serviço cada vez melhor, mais completo, mais abrangente e ainda mais eficaz! 🙂
Muito interessante e elucidativo este pequeno filme de 3 minutinhos apenas, sobre “A evolução dos transportes”:
E já agora, vejam este pequeno documentário sobre a bicicleta no Brasil:
Agora vamos mesmo ter fazer uma das nossas T-shirts com esta: “‘Tá nervoso? Vai de bike.” 😀