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“100 dias de Bicicleta em Lisboa”

Caríssimos utilizadores da bicicleta,

O meu nome é Paulo Santos, tenho 34 anos e sou licenciado em Engenharia Civil, no ramo de Vias de Comunicação e Transportes, estando actualmente a frequentar o mestrado na mesma área. Nestes últimos 12 meses tive 3 experiências internacionais, de pesquisa e de trabalho (Holanda, Finlândia e Alemanha) que me permitiram desenvolver diversas capacidades na área das ciclovias em via urbana.

Encontro-me agora a preparar a minha tese de mestrado, tendo esta o tema “100 dias de bicicleta na cidade de Lisboa”. Pretendo com este projecto ciclar efectivamente durante 100 dias na cidade de Lisboa, com início previsto para 1 de Janeiro próximo. O grande objectivo deste trabalho é o de desmistificar a cidade de Lisboa e as bicicletas como meio de transporte diário. Diversos estudos serão realizados no âmbito deste projecto, nomeadamente o estudo pormenorizado das diversas inclinações da cidade, larguras de passeios, infraestruturas necessárias de apoio à bicicleta e ao ciclista, zonas seguras ou não seguras, criação de um guia ao ciclista na cidade, etc …

Quero acima de tudo ser mais uma voz a juntar à vossa, sensibilizando tanto a opinião pública, como os responsáveis pela gestão da cidade. O objectivo é o de criar o maior impacto possível na sociedade, sensibilizando-a para as enormes vantagens do uso da bicicleta como meio de transporte principal ou alternativo na cidade.

Visitem o meu blog e votem no inquérito: http://100diasdebicicletaemlisboa.blogspot.com/

Maiores cumprimentos.

Paulo Santos

Mensagem publicada no site da Massa Crítica. Nova adição aos meus feeds! 😉

Por Ana Pereira

Instrutora de condução, formadora em segurança rodoviária, e consultora em mobilidade & transporte em bicicleta. Bicycle Mayor of Lisbon 2019-2020.

5 comentários a ““100 dias de Bicicleta em Lisboa””

Boa tarde,
Em relação ao seu comentário do Sr. que vêm da Costa da Caparica para Algés, eu estou quase de acordo.

Só gostaria era de poder efectuar a passagem do rio sem utilizar os transportes publicos, pois se houver alternativa ao barco, ou ao comboio, pois estes meios de transporte têm que se pagar os respectivos bilhetes caros, mais pessoas iriam para os trabalhos e não só, de bicicleta, agora como têm que pagar, preferem não utilizar a bicicleta, que é o meu caso…e depois vão de carro…

P.S – Tenho casa em Queluz/Monte Abraão e na Quinta do Conde e vou de carro..,pois os transportes estão muitos caros…e se pude-se iria de bicicleta, pelo menso ao fim de semana…no minimo

Cumprimentos

Olá, sou um rapaz de 39 anos que já tive 3 automoveis, mas sempre que posso ando de bicicleta. A minha opinião é que devia haver percursos alternativos ás vias principais ou então uma via paralela á estrada principal, pois como exemplo, a famosa IC19, que não é permitida a bicicletas e não há qualquer alternativa á IC19, pois se eu quiser me deslocar em direção a Lisboa ou vice-versa, terei de passar por todas as localidades, com sinais, subidas, rotundas, cruzamentos, etc e muito mais poluição, pois têm o para e arranca e mais km´s para fazer, por causa das voltas… que no total daría para ir e vir…se existi-se uma via ao longo da estrada, pois até já existe várias passagens superiores transitaveis.
Em relação á passagem para a margem sul, eu gostaria de o fazer de bicicleta, mas sem ter que utilizar os transportes publicos ( barco comboio ), pois isso tem horarios defindos e custos de bilhetes, se tenho eu um transporte que é a bicicleta, pq. ter de pagar bilhete como se não tive-se bicicleta…?

Boa sorte e parabens pelo estudo…

P.S- estou ao dispor se for necessária alguma ajuda para demonstração ou passeio de bicicleta para qualquer zona…

Olá, Paulo!
Gosto muito de andar de bicicleta e em tempos cheguei a enviar uma carta ao então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa sugerindo a criação de novas ciclovias.
Infelizmente nunca recebi resposta, nem nada foi feito, como era de esperar.
Força no projecto, pode ser que com ele consiga mais do que eu.
Mas, para finalizar, deixe que lhe diga que eu não consigo ir de minha casa para o emprego de bicicleta. Não pela distância, que não me assusta, mas pela inclinação da calçada que tenho de subir para lá chegar. Não sei se conhece bem Lisboa, mas esclareço que moro em Benfica e trabalho na Penha de França. E não, nunca me atreveria a subir a Calçada do Poço dos Mouros de bicicleta…
Felicidades!

Lena

Os meus parabens pela tese do seu mestrado. Gostaria de saber se o Paulo nestas 100 dias vai de bicicleta de S. joao da talha ou se está permanentemente em Lisboa. Tenha cuidado com os acidentes e desejos de bom trabalho

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