Histórias de uma viagem em bicicleta

Quem esteve na apresentação do Idílio? Nós estivémos e adorámos. 🙂 Chegámos um pouco antes da hora, para deixar a nossa montra (a CaP apoiou a realização deste evento organizado e promovido pela Matilha Cycle Crew), uma Birdy equipada com uns Ortlieb e um saco da Agu, para umas viagens curtas. 🙂

Touring Birdy!

Não é linda e fofa? 😛

Para uma viagem de 14 meses em autonomia o cenário seria mais este mesmo 🙂 :

"Passageiro de Meio Mundo"

A casa estava muito bem composta.

"Passageiro de Meio Mundo""Passageiro de Meio Mundo"

Mas depois encheu até rebentar pelas costuras. Houve gente que apareceu e nem à porta conseguiu ver!

"Passageiro de Meio Mundo"

E ainda houve gente a ver em live streaming online. 🙂 O Idílio é um bom comunicador, e a apresentação estava muito bem feita, pelo que a par das histórias contadas, foi uma delícia estar a assistir.

"Passageiro de Meio Mundo" "Passageiro de Meio Mundo"

"Passageiro de Meio Mundo"

No final, uma recapitulação:

Toda a gente saiu dali em pulgas por arrancar a pedalar pelo mundo, como não podia deixar de ser. 🙂

Parabéns à Matilha Cycle Crew pela iniciativa e por um evento bem organizado! E ao Idílio, por um projecto tão inspirador e uma apresentação bem feita e muito interessante!

Este sábado é dia de aprender a tomar conta da bicla

Aprender a reparar um furo ou trocar uma câmara de ar na bicicleta pode safar-nos de chatices e ainda nos poupa dinheiro (por exemplo, reparar um furo na oficina fica em 7 €). Da mesma forma, sabermos desenrascar-nos a afinar uns travões ou mudanças também se torna muito prático, quer seja no dia-a-dia, em passeio de fim-de-semana, ou mesmo em viagem.

Por isso aproveitem os nossos mini-workshops de mecânica de bicicletas com o Bicycle Repair Man! Os próximos são este sábado e ainda há vagas. Inscrevam-se já e garantam a vossa. 😉

Furo

Para ninguém ter que pedir “epá, vens-me buscar aqui com o carro?, fiquei apeado”. ;-P

Mais uma edição da A to B

O artigo de destaque da mais recente revista britânica A to B (que já cá temos no ateliê!) é sobre a nano Brompton 2.0. Não, ainda não se trata do modelo com assistência eléctrica anunciado pela Brompton para 2013, mas sim de um kit de assistência eléctrica especialmente adaptado às bicicletas dobráveis Brompton.

Com uma nano Brompton podemos ter uma bicicleta dobrável ultra-compacta, 13 Kg de peso + 3.5 Kg da bateria (que se pode tirar e transportar separadamente), e até uns 35 Km de autonomia. Entre usar a ajuda do motor e/ou conjugar a bicicleta com o carro ou com os transportes públicos, torna-se uma ferramenta de mobilidade pessoal muito flexível e versátil.

Já sabem, para estas e outras bicicletas dobráveis, kits de assistência eléctrica e bicicletas eléctricas de origem é na Cenas a Pedal. 😉

Sumário da A to B n.º 88:

Nano-Brompton 2.0
Refining Petrol
Cycle Speed
Brompton Innovation: Improving the Hinge
Pletscher Twin-leg Propstand
PLUS:Letters, News, and a selection of second-hand bikes.

Welcome to the 88th A to B – or 111th if we include the 23 ‘Folder’ magazines that came before it.We’re not far off our 20th anniversary now, which feels a little odd, because we still think we’re the upstart newcomer.Yesterday a rep from an electric bicycle company asked how long we’d been in business. I replied to the effect that we’d been doing the same thing for nearly 20 years. He said, ‘Perhaps it’s time you changed!’ It turned out he’d been in his job for three months, his company had been around for a year, and it was re-selling the same over-priced generic rubbish available from a dozen other distributors of Chinese electric bikes.We don’t have all the answers, but after 20 years we know a little about folding and electric bikes, and certainly more than some of the company reps! Will we be doing the same thing in 2032? Possibly. But we suspect not on paper – see page 7.

Passageiro de Meio Mundo

O melhor que alguém pode fazer por si mesmo e pelos outros é viajar. Há várias maneiras de o fazer, mais não seja ao ler livros, ver documentários, ouvir histórias. Mas quando o corpo nos acompanha nas viagens, é outra dimensão. 🙂

Não há nada melhor que viajar em bicicleta. Podemos ir quase tão devagar como se caminhássemos, se quisermos, mas facilmente rolar a 30 ou 40 Km/h quando queremos (e a orografia permite). Como a bicicleta praticamente não faz ruído, continuamos a ouvir o que se passa à nossa volta. E como montamos na bicicleta em vez de nos fecharmos nela, sentimos os cheiros, o vento, o sol, a chuva e o frio. De bicicleta, não há só o ponto A e o ponto B, but everything in between. Viajar de bicicleta faz-nos bem ao corpo e à alma, como só aquilo que fazemos com o trabalho do nosso corpo, das nossas pernas e dos nossos braços, consegue.

Nós adoramos viajar e queremos fazê-lo mais e mais de bicicleta. Por isso procuramos servir os cicloturistas na Cenas a Pedal, e por isso fez todo o sentido aceitarmos o convite da Matilha Cycle Crew para apoiarmos a organização deste evento, um encontro com o Idílio Freire, do Bacalhau com Bicicleta com Todos, onde ele irá:

partilhar com os meus amigos memórias e fotos de encontros e desencontros que povoaram os dias em que me aventurei, de bicicleta, desde Inuvik, no noroeste do Canadá, ao Ushuaia, no sul da Argentina, durante 14 meses, ao longo de 30000 km

Há dias o Idílio apareceu cá no ateliê. Pelos vistos é nosso vizinho aqui na zona e veio conhecer-nos e dar dois dedos de conversa. 🙂

Já sabem, dia 13 de Março, 3ª-feira, às 21h00 na Casa da América Latina, em Lisboa. Apareçam! 🙂

Bikotel

Ora aqui está uma excelente notícia! Foi recentemente apresentada a rede/selo BIKOTEL, com respectiva página na web.

Este projecto lista, promove e reconhece unidades de alojamento que servem as necessidades dos utilizadores de bicicleta, particularmente na vertente de turismo e lazer, com boas práticas em 7 critérios obrigatórios: parqueamento, garagem, menu, lavagem, oficina, percursos, e vários opcionais. É até estranho não ter partido, nem contado com a colaboração, da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, pois tem tudo a ver.

Com o tempo, gostaria de ver esta rede alargar-se aos parques de campismo.

Um óptimo passo no sentido certo: dinamizar e melhorar o turismo em bicicleta em Portugal! 😀