Mas porquê?!…

Parece que isto (inicialmente apenas um projecto para um concurso) evoluiu para algo em produção. Embora em tempos também tenha visto interesse no conceito, agora já vejo o nonsense que aquilo é… Aliás, basta ler a intro no site do produto para perceber o ridículo:

Bike lanes are an effective means of improving safety for motorists and cyclists. However, due to the high cost of installation, bike lanes are not widely available. Instead of forcing cyclists to adapt their behavior to the existing infrastructure, the bike lane should adapt to the cyclist.

Começa logo torto com a primeira frase. E depois, basicamente, mostra a inutilidade do conceito. Que diferença faz em termos de segurança ou respeito da parte dos outros utentes das vias, nomeadamente motoristas, um risco luminoso no chão, sempre em movimento?…

Enfim, a intenção até pode ser boa, mas a ideia é um bocado tótó… O único efeito positivo que aquilo pode ter deriva da iluminação do ciclista, e aí há formas bem melhores de obter o mesmo efeito, e até melhor (se procura um efeito tchan, aposte num Down Low Glow!).

Crianças afogadas: a piscina tem a culpa. Crianças atropeladas: a criança tem a culpa?

Plano de segurança infantil quase pronto
ACIDENTES TIRAM A VIDA A 700 CRIANÇAS POR ANO

Lá está a palavra “acidente” associada a coisas que não são acidentes (como muitos dos “acidentes” rodoviários).

Há dois anos, os acidentes rodoviários e os afogamentos eram as causas de morte infantil mais frequentes em Portugal. Os motivos para os acidentes fatais estavam relacionados com a ausência de cuidados como o uso de capacetes para andar de bicicleta, limites de velocidade, piscinas protegidas e normas específicas para equipamentos em campos de jogos.

A Suécia, a Holanda e o Reino Unido eram os países com menor taxa de mortalidade de crianças em acidentes.

Engraçado (ou não) apontarem o não uso de capacete como sendo um motivo relacionado com a maior taxa de mortalidade infantil em Portugal, quando pelo menos um dos país mencionados como tendo das menores taxas é a Holanda, onde o capacete para ciclistas é um elemento estranho à cultura… Talvez o problema não esteja na vítima mas no que a rodeia, nomeadamente, nos condutores de automóveis, no ambiente rodoviário… Perguntas, muitas perguntas…

Outro twist curioso é o facto de, relativamente aos afogamentos, ninguém sugerir que os miúdos devam andar sempre com um colete salva-vidas, recomendam apenas que as piscinas sejam vedadas – embora os afogamentos na praia, na banheira, etc, não sejam evitáveis desta forma (e nem o colete terá, provavelmente, capacidade de evitar muitos dos afogamentos de crianças, de qualquer modo…). O ónus recai sobre o objecto fonte de perigo (e o seu proprietário). Já relativamente aos acidentes rodoviários, defendem que as crianças devem andar com capacete [e roupa reflectora], aqui o ónus recai sobre a vítima, e não sobre a fonte de perigo: os condutores nos seus automóveis…

Serei apenas eu que veja aqui umas incoerências graves?… 🙁

Watch your back!

É mais fácil com a ajuda de um espelho. 🙂

espelho_retrovisor_bicicleta

Por isso disponibilizamos agora na Cenas a Pedal 4 tipos diferentes de espelhos retrovisores para servir diversas preferências e necessidades (preços vão dos 14.75 € aos 18.95 €, mais portes de envio).

espelho_guiadorespelho_capacete

espelho_haste_oculos

espelho_lente_oculos

Já tivemos a oportunidade de utilizar a nível pessoal 2 tipos: o de colocar no capacete e o de colocar no guiador (um modelo de encaixar na extremidade do mesmo, e outro de prender no início ou antes do punho). Vamos agora experimentar os outros 2 – o de prender na haste dos óculos e o de colar na lente dos mesmos, para podermos oferecer um quadro comparativo dos prós e contras de cada tipo.

Temos, neste momento, em stock os 4 modelos, pelo que podem encomendar (vendas @ cenasapedal . com) e receber os vossos rapidamente.